eleições municipais Partido Novo prepara candidatura à Prefeitura do Recife em 2020

Por: José Matheus Santos

Publicado em: 17/05/2019 10:41 Atualizado em: 17/05/2019 11:16

Amoêdo esteve no Recife nesta quinta-feira (16) para eventos com estudantes e empresários (Foto: Divulgação/Novo) (Amoêdo esteve no Recife nesta quinta-feira (16) para eventos com estudantes e empresários (Foto: Divulgação/Novo))
Amoêdo esteve no Recife nesta quinta-feira (16) para eventos com estudantes e empresários (Foto: Divulgação/Novo)
O candidato à Presidência nas eleições de 2018 e presidente nacional do Novo, João Amoêdo, declarou que a sigla deverá ter candidatura própria a prefeito do Recife nas eleições do próximo ano. A afirmação foi feita após evento na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde o empresário debateu com estudantes, professores e correligionários as reformas da Previdência, política e tributária.

“Nosso objetivo é ter candidatura própria aqui no Recife. A probabilidade é altíssima. Já abrimos processo seletivo, inclusive, o que é algo diferente no nosso partido. Já tivemos cinco inscritos e vamos passar por esse processo de entrevista e validação para garantir que seja um bom gestor e alinhado ao nosso partido”, afirmou Amoêdo, que, antes do encontro na UFPE, teve um almoço com colegas de partido para debater o futuro do Novo em Pernambuco, visando às eleições 2020. O procurador Charbel Mauron é um dos cotados para disputar a prefeitura.

O líder do Novo também debateu com estudantes a reforma da Previdência, que está em pauta no Congresso Nacional, onde o partido tem oito deputados federais, que devem votar a favor das mudanças no regime de aposentadorias.

“A reforma da Previdência é necessária. No ano passado, houve um rombo de R$ 290 bilhões. E é um sistema muito injusto porque os 20% mais pobres recebem apenas 3% de todo o volume pago pela Previdência, enquanto os 20% mais ricos ficam com 41%”.

À noite, ele esteve no Empresarial RioMar, para expor suas visões acerca da política brasileira e do governo Bolsonaro. “O presidente acertou na escolha da equipe econômica, mas tem errado muito na definição das prioridades, tem se perdido em pautas irrelevantes. É preciso dialogar mais e sair do espírito de campanha”.
 


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