Meio Ambiente Noronha realiza reuniões setoriais sobre o decreto Plástico Zero

Publicado em: 15/03/2019 13:59 Atualizado em: 15/03/2019 14:29

Foto: Rui Brito/Flickr/Divulgação.
Foto: Rui Brito/Flickr/Divulgação.
Como forma de conscientizar a população de Fernando de Noronha para as regras do Decreto Plástico Zero, que entra em vigor no dia 11 de abril, a administração da ilha realiza um ciclo de reuniões setoriais. A ação teve início pelos funcionários lotados no escritório de apoio do distrito, que fica no Recife.

Para a próxima etapa, além dos colaboradores lotados em Fernando de Noronha, foram convidadas representações e associações que atuam na ilha, entre eles, o Conselho de Turismo (Contur), Associação de Bares e Restaurantes (Abreno), Associação de Hospedarias Domiciliares de Fernando de Noronha (AHDFN) e Associação dos Pescadores (Anpesca), fornecedores e contratados da administração e público geral. As reuniões acontecem entre os dias 19 e 22 deste mês, no Auditório da Escola Arquipélago.

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Durante os encontros, serão apresentadas as regras do decreto, como a proibição da entrada, uso e comercialização de recipientes e embalagens plásticas descartáveis. A restrição serve para garrafas plásticas de bebidas abaixo de 500ml, canudos, copos, talheres e sacolas plásticas descartáveis e demais produtos compostos por polietilenos, polipropilenos ou similares.

Além disso, serão apresentadas alternativas, como a utilização de sacolas, pratos e copos retornáveis ou de papel, acolhidas e sanadas dúvidas específicas dos setores e cidadãos. A ideia é contemplar nas reuniões o maior número de pessoas e segmentos que atuam na ilha, para que seja reforçado o Decreto, que entra em vigor em abril.

"Noronha é um piloto, que pode ser exemplo para muitos outros locais. Cabe a cada um de nós – colaboradores da administração, representantes de estabelecimentos, visitantes, moradores e demais pessoas – pensar de que forma o decreto afeta nossas vidas, repensar nossos hábitos e fazer as substituições necessárias para que o instrumento seja efetivo e reflita na melhoria da qualidade ambiental da Ilha. É difícil, mas não é impossível, basta querer. Vamos cada um fazer nossa parte e dará certo", disse o administrador da ilha, Guilherme Rocha.




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