Televisão Após gol contra do Brasil, Glenda Kozlowski chora ao vivo ao relatar a aflição da mãe de Fernandinho Segundo a repórter, a mãe do jogador custou a acreditar que o primeiro gol da Bélgica tinha sido cometido pelo seu filho

Por: Viver/Diario - Diario de Pernambuco

Publicado em: 07/07/2018 11:56 Atualizado em: 07/07/2018 12:06

A repórter demonstrou tristeza com a eliminação e se colocou no lugar da mãe do atleta. Foto: Globo/Reprodução
A repórter demonstrou tristeza com a eliminação e se colocou no lugar da mãe do atleta. Foto: Globo/Reprodução

A repórter Glenda Kozlowski chorou ao vivo, nesta sexta-feira (6), após a eliminação da Seleção Brasileira da Copa do Mundo. A jornalista não conseguiu conter a emoção ao relatar a aflição da mãe do jogador Fernandinho, responsável pelo gol contra, que fez a Bélgica abrir o placar. "Eu estava na área dos familiares. Eu estava sentada ao lado da Ane, a mãe do Fernandinho. E quando aconteceu tudo, a gente não entendeu direito quem tinha feito o primeiro gol da Bélgica e quando apareceu no telão que tinha passado no ombro do Fernandinho, a Ane botou a mão na cabeça e falou: 'Meu Deus, foi no meu filho! Foi no meu filho! Puxa vida, o Fernandinho não merece isso!, contou.

"Foi um momento... não sei se foi porque eu acompanhei tanto as famílias por perto, né, fiquei tão perto deles, e a gente gravou 'Matrioskas' com a Ane, a Vera Lúcia, mãe do Gabriel [Jesus], a Nadine, mãe do Neymar. Não sei se misturou a minha emoção de mãe ao mesmo tempo, mas vê-la daquele jeito, vendo o que aconteceu naquele momento, 1 a 0 para a Bélgica e, infelizmente, a bola, em um toque quase cruel, para quem entende de esporte, bateu o ombro dele e entrou no gol do Brasil", continuou Glenda visivelmente abalada.

Ela chegou a dizer que o esporte é cruel e que o primeiro gol marcado pela Bélgica foi falta de sorte. "Não tem muito jeito. Um ganha, um perde. Um classifica, um vai embora. Se a gente olha para esse resultado com tristeza e até com uma falta de sorte enorme, por que a bola bateu no travessão e não entrou, logo no início do jogo?  A história poderia ter sido diferente. O esporte não vive de 'se'. O esporte vive de resultado", completou.



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