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Televisão Documentário sobre Reginaldo Rossi ganha data de exibição na Globo Filme é construído a partir de aproximadamente 30 entrevistas e tem filho do cantor o interpretando na fase jovem

Por: Matheus Rangel

Publicado em: 30/11/2017 09:05 Atualizado em: 30/11/2017 12:02

Cantor faleceu em 2013, em decorrência de um câncer de pulmão. Foto: Cecilia de Sá Pereira/Esp. DP
Cantor faleceu em 2013, em decorrência de um câncer de pulmão. Foto: Cecilia de Sá Pereira/Esp. DP

O documentário sobre Reginaldo Rossi, que começou a ser filmado no início deste ano, será exibido no dia 10 de dezembro, após o Fantástico, na Globo. Intitulado Reginaldo Rossi: Meu grande amor, o trabalho perpassa várias etapas da vida do artista, incluindo a fase mais "roqueira", com os Silver Jets, até o final, em 2013. O filme é dirigido por José Eduardo Mignoli (Chico Science: Um caranguejo elétrico), tem roteiro de DJ Dolores e foi produzido pela R-TV em parceria com a Globo. 

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O projeto foi construído a partir de entrevistas com pessoas que conviveram com o cantor ou receberam influência direta do legado deixado por ele, falecido em decorrência de um câncer de pulmão, aos 70 anos de idade. O escritor Raimundo Carrero, o jornalista Xico Sá, os cantores Otto, Lúcio Maia (da Nação Zumbi), Falcão, Wanderléa, Gaby Amarantos, Renato Barros, Michael Sullivan, Marcelo D2 e Eduardo Araújo foram alguns dos 30 convidados. Roberto Rossi, filho de Reginaldo, interpreta a fase jovem do pai no filme. 

"Tivemos uma dificuldade monstra porque não existem muitos registros do país nas décadas de 1960 e 1970. Não temos essa cultura de preservação e acervo. É super importante que se faça esse resgate e conste na história para que o legado desses personagens relevantes tenha uma certa continuidade e para que as pessoas possam saber que existiu um cara genial como Rossi", diz o diretor. 

Foram quase quatro semanas de filmagens, que ocorreram no Recife, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Para o DJ Dolores, foi a abrangência dos entrevistados que garantiu a riqueza do material final. "Acho que é o primeiro registro do Rossi que o trata seriamente como artista porque, em geral, ele é tratado apenas como essa figura folclórica, de Rei do Brega. A maioria dos trabalhos se apoia nesse tópico. Fizemos um trabalho super sério e respeitoso", descreve o roteirista. 

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