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Música Coletânea revisita obras de Skank e Pato Fu Discos em tributo às bandas de Minas Gerais contam com releituras assinadas por vários artistas, entre eles os pernambucanos Zé Manoel e Lulina

Por: Rebeca Oliveira - Estado de Minas

Publicado em: 19/06/2017 11:47 Atualizado em: 19/06/2017 11:40

Grupos mineiros são reverenciados em coletâneas que participação de diversos artistas. Fotos: Weber Padua, Deckdisc/Divulgação
Grupos mineiros são reverenciados em coletâneas que participação de diversos artistas. Fotos: Weber Padua, Deckdisc/Divulgação

Não seria exagero dizer que, depois do Clube da Esquina e ao lado do Sepultura, as bandas Skank e Pato Fu deram outro patamar à música nascida e criada em Minas Gerais. Juntos, acumulam uma dezena de músicas no topo das paradas nacionais, mais uma série de turnês dentro e fora do país. Ao menos para Pedro Ferreira, organizador da coletânea Dois lados, novo tributo ao Skank, a sentença não esbarra em hipérboles. "É uma banda que sempre inovou, mas nunca deixou de flertar com o pop radiofônico", defende.

Como uma forma de revisar os 25 anos de carreira do grupo, comemorados no ano passado, o produtor Pedro Ferreira convidou 32 artistas em posição de destaque no cenário nacional. Alguns são independentes, outras figuras conhecidas na cena mainstream. Foram feitas 32 releituras das faixas mais icônicas dos autores dos hits Garota nacional, Balada do amor inabalável e Vamos fugir. O recorte dos artistas passeia de ponta a ponta do Brasil. De São Paulo, Rico Dalasam, Dani Black e André Abujamra; de Alagoas, o cantor Wado; do Paraná, A Banda Mais Bonita da Cidade. A lista inclui também os pernambucanos Zé Manoel e Lulina. 

"Assim como aconteceu com o Re-Trato (coletânea em homenagem ao Los Hermanos), em 2012, e o Mil Tom (tributo ao Clube da Esquina), em 2015, a curadoria de todas homenagens que produzo tem o mesmo norte. Procuro convidar músicos com influência do artista homenageado ou admiração por sua obra. Deixo bem claro para o músico que o objetivo da homenagem não é de ser um disco de covers, mas sim um espaço para releituras, onde eles têm total liberdade para imprimir sua identidade nas canções", acrescenta.

Este é o mesmo propósito da coletânea O mundo ainda não está pronto, com 30 artistas independentes de todo o país recriando músicas do Pato Fu. Semelhante ao Skank, a banda acaba de completar 25 anos de carreira. O disco que reverencia o Pato Fu abre espaço a cantores e grupos de todos os estilos, do punk rock à Bossa Nova. "O Pato Fu se mantém criativo. O último álbum, Não paro pra pensar (2014), prova que ainda nos surpreendem", diz o organizador, Rafael Chioccar.

SERVIÇO
Dois lados - Tributo ao Skank. Vários artistas. Scream&Yell, 32 faixas (dois discos de 15 faixas e faixa-bônus). Clique aqui para conferir. 

O mundo ainda não está pronto - Homenagem ao Pato Fu. Vários artistas. Crush em Hifi e Hits Perdidos, 30 faixas. Clique aqui para conferir.  
 
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