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Política Artistas se manifestam sobre delação da JBS que envolve Temer e Aécio Músicos, atores e apresentadores usaram as redes sociais para comentar revelação política

Por: Viver/Diario - Diario de Pernambuco

Publicado em: 18/05/2017 12:21 Atualizado em: 18/05/2017 13:33

Lázaro Ramos, Débora Falabella, Leticia Sabatella e Humberto Carrão foram alguns dos atores que se pronunciaram. Fotos: Daniela Nader, Globo/Divulgação
Lázaro Ramos, Débora Falabella, Leticia Sabatella e Humberto Carrão foram alguns dos atores que se pronunciaram. Fotos: Daniela Nader, Globo/Divulgação

Músicos, atores e apresentadores de TV se manifestaram publicamente sobre a situação política do país após as revelações da noite desta quarta-feira (17). Na ocasião, o site do jornal O globo divulgou uma gravação da delação premiada do empresário Joesley Batista, do grupo JBS, na qual o presidente dá aval para a compra do silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. As atrizes Patricia Pillar e Débora Falabella publicaram em suas redes sociais a frase "Fora Temer".

Já a cantora Marjorie Estiano, o ator Lázaro Ramos e a atriz Leandra Leal pediram a cassação do mandato de Temer e a realização de novas eleições diretas com a publicação da foto de uma placa na qual está escrito "Diretas já". O ator Humberto Carrão postou, no Instagram, uma colagem com fotos de encontros entre o presidente, o senador Aécio Neves e o juiz federal Sergio Moro. "A montagem só é tosca pra combinar com o golpe que é tosco. Ah! O Moro também é tosco", escreveu ele. Leticia Sabatella compartilhou uma imagem com as datas das manifestações agendadas em todo o Brasil. As apresentadoras Maria Ribeiro e Titi Muller usaram a expressão "Primeiramente" para protestar.

Na noite desta quarta-feira (17), o jornalista Lauro Jardim divulgou as informações contidas na delação premiada de Joesley Batista. Na gravação, é possível ouvir o presidente concordando que uma mesada fosse paga a Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro na prisão para que eles ficassem calados. "Tem que manter isso, viu?", diz Temer no áudio. Em nota, o Palácio do Planalto negou as acusações: "O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar".

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