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TV William Bonner chama Michel Temer de ex-presidente ao vivo no Jornal Nacional Gravações indicam que Michel Temer deu aval para compra do silêncio de Eduardo Cunha e Aécio Neves pediu propina de R$ 2 milhões

Por: Viver/Diario - Diario de Pernambuco

Publicado em: 17/05/2017 20:27 Atualizado em: 17/05/2017 21:18

Foto: Twitter/Reprodução
Foto: Twitter/Reprodução


Na abertura do Jornal Nacional desta quarta-feira (17), o apresentador William Bonner chamou Michel Temer de ex-presidente ao noticiar esquemas de corrupção envolvendo os nomes do atual presidente, Eduardo Cunha e Aécio Neves. Nas redes sociais, o erro foi percebido pelos internautas, que já repercutiram a notícia. "William Bonner no melhor ato falho da história - chamou o Temer de ex-presidente agora no Jornal Nacional", comentou uma seguidora. O ex-ministro da saúde Alexandre Padilha também apontou o erro de Bonner no Twitter. 

Ainda durante a cobertura da Globo, a repórter Zileide Silva entrou ao vivo da Câmara dos Deputados, em Brasília, e uma mulher apareceu no vídeo com a placa "Eu votei na Dilma".

Entenda o caso
"Tem que manter isso, viu?", disse o presidente Michel Temer (PMDB) sobre mesada milionária ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), segundo revelou o executivo Joesley Batista, do Grupo JBS. A informação foi revelada com exclusividade pelo jornalista Lauro Jardim, no site do jornal O Globo. Joesley diz ter gravado conversa com Temer na noite de 7 de março durante reunião de cerca de 40 minutos no Palácio do Jaburu.

O executivo disse que comentou detalhes com o presidente da mesada também paga ao lobista Lúcio Funaro, antigo aliado de Cunha. Os dois estão presos - o ex-deputado pegou 15 anos e quatro meses de condenação imposta pelo juiz federal Sérgio Moro; o lobista está custodiado preventivamente em Brasília. Em depoimento aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato, Joesley disse que "não foi" Temer quem determinou a mesada a Eduardo Cunha. Mas ele afirma que o presidente "tinha pleno conhecimento" da operação pelo silêncio do peemedebista.

Os pagamentos ilícitos foram monitorados pela Polícia Federal. O procedimento é denominado "ação controlada" - com autorização judicial, agentes seguem os alvos, fazem filmagens e gravações ambientais. Um repasse filmado foi de R$ 400 mil para uma irmã de Funaro, Roberta.

*Com informações da Agência Estado

Foto: Twitter/Reprodução
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