• Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google Plus Enviar por whatsapp Enviar por e-mail Mais
Machismo Atrizes da Globo lembram um mês da denúncia de assédio contra José Mayer Pelo Instagram, Taís Araújo, Camila Pitanga, Bruna Linzmeyer, Maria Casadevall, Fernanda Lima e outras atrizes postaram mensagens sobre o caso de assédio sexual

Por: Estado de Minas

Publicado em: 04/05/2017 18:06 Atualizado em:



No dia 4 de abril de 2017, a internet foi tomada de surpresa quando a figurinista da TV Globo Susllem Tonani publicou um texto no blog #AgoraÉQueSãoElas, da Folha de S.Paulo, no qual fazia uma denúncia de assédio sexual contra o ator José Mayer. Nesta quinta-feira (4), famosas e anônimas relembraram o caso e reiteraram o apoio às mulheres em casos de assédio. 

Pelo Instagram, atrizes como Taís Araújo, Bruna Linzmeyer, Maria Casadevall e Alice Wegmann, além de apresentadoras como Fernanda Lima e Astrid Fontenelle, postaram uma mensagem sobre assédio sexual e como situações semelhantes não podem passar despercebidas. 
 
"Hoje faz um mês que uma pequena grande revolução aconteceu para um grupo composto por mais de 900 funcionárias (de todas as áreas) quando nos unimos de forma inédita para estabelecer uma rede de proteção de mulheres, junto à corporação que trabalhamos, contra o assédio sexual. Aproveitamos a visibilidade para estender o convite a todas: unam-se! Fiscalizem o assédio, a violência e o machismo em suas empresas, comunidades e lares. Não cedam quando tentarem ser desmoralizadas, riducularizando a sua mobilização", diz a mensagem.

O texto faz parte da campanha "Mexeu com Uma, Mexeu com Todas. #ChegaDeAssédio". "É isso que a cultura machista faz há milhares de anos, todas as vezes que mulheres se unem para pedir respeito. Não comprem jamais a ideia de que é a mulher 'quem' provoca o assédio ou estupro. Você não tem que ficar calada, constrangida ou até culpada por ser vítima de uma violência sexual, moral ou física", diz o texto. 

Em outro trecho, elas abordam a importância da cooperação entre as mulheres. "Mulheres, nós não precisamos de julgamentos por parte umas das outras, nós precisamos de UNIÃO. Está na hora de termos uma sociedade mais equilibrada, onde o feminino e o masculino divivam os mesmos espaços com igualdade de poder. Onde homens e mulheres possam conviver em harmonia e respeito", finalizam. 

Confira algumas publicações:

Hoje faz um mês que uma pequena grande revolução aconteceu para um grupo composto por mais de 900 funcionárias (de todas as áreas) quando nos unimos de forma inédita para estabelecer uma rede de proteção de mulheres, junto à corporação que trabalhamos, contra o assédio sexual. Aproveitamos a visibilidade para estender o convite a todas: unam-se! Fiscalizem o assédio, a violência e o machismo em suas empresas, comunidades e lares. Não cedam quando tentarem desmoraliza-las,  ridicularizando a sua mobilização. Pois é isso o que vai acontecer. É isso o que a cultura machista faz há milhares de anos, todas as vezes que mulheres se unem para  pedir respeito. Não comprem jamais a ideia de que é a mulher quem "provoca" o assédio ou estupro.  Você não tem que ficar calada, constrangida ou até culpada (!) por ser vítima de uma violência sexual, moral ou física. Mulheres, nós não precisamos de julgamentos por parte umas das outras, nós precisamos de UNIÃO.  Está na hora de termos uma sociedade mais equilibrada, onde o feminino e masculino dividam os mesmos espaços com igualdade de poder. Onde homens e mulheres possam conviver em harmonia e respeito. Esse é o recado do #mexeucomumamexeucomtodas

Uma publicação compartilhada por Tais Araújo (@taisdeverdade) em


Hoje faz um mês que uma pequena grande revolução aconteceu para um grupo composto por mais de 900 funcionárias (de todas as áreas) quando nos unimos de forma inédita para estabelecer uma rede de proteção de mulheres, junto à corporação que trabalhamos, contra o assédio sexual. Aproveitamos a visibilidade para estender o convite a todas: unam-se! . Fiscalizem o assédio, a violência e o machismo em suas empresas, comunidades e lares. Não cedam quando tentarem desmoraliza-las, ridicularizando a sua mobilização. Pois é isso o que vai acontecer. É isso o que a cultura machista faz há milhares de anos, todas as vezes que mulheres se unem para pedir respeito. Não comprem jamais a ideia de que é a mulher quem "provoca" o assédio ou estupro. Você não tem que ficar calada, constrangida ou até culpada (!) por ser vítima de uma violência sexual, moral ou física. . Mulheres, nós não precisamos de julgamentos por parte umas das outras, nós precisamos de UNIÃO.  Está na hora de termos uma sociedade mais equilibrada, onde o feminino e masculino dividam os mesmos espaços com igualdade de poder. Onde homens e mulheres possam conviver em harmonia e respeito. Esse é o recado do #mexeucomumamexeucomtodas

Uma publicação compartilhada por bruna linzmeyer (@brunalinzmeyer) em


Hoje faz um mês que uma pequena grande revolução aconteceu para um grupo composto por mais de 900 funcionárias (de todas as áreas) quando nos unimos de forma inédita para estabelecer uma rede de proteção de mulheres, junto à corporação que trabalhamos, contra o assédio sexual. Aproveitamos a visibilidade para estender o convite a todas: unam-se! Fiscalizem o assédio, a violência e o machismo em suas empresas, comunidades e lares. Não cedam quando tentarem desmoraliza-las,  ridicularizando a sua mobilização. Pois é isso o que vai acontecer. É isso o que a cultura machista faz há milhares de anos, todas as vezes que mulheres se unem para  pedir respeito. Não comprem jamais a ideia de que é a mulher quem "provoca" o assédio ou estupro.  Você não tem que ficar calada, constrangida ou até culpada (!) por ser vítima de uma violência sexual, moral ou física. Mulheres, nós não precisamos de julgamentos por parte umas das outras, nós precisamos de UNIÃO.  Está na hora de termos uma sociedade mais equilibrada, onde o feminino e masculino dividam os mesmos espaços com igualdade de poder. Onde homens e mulheres possam conviver em harmonia e respeito. Esse é o recado do #mexeucomumamexeucomtodas

Uma publicação compartilhada por Maria Casadevall (@mariacasadevall) em


Hoje faz um mês que uma pequena grande revolução aconteceu para um grupo composto por mais de 900 funcionárias (de todas as áreas) quando nos unimos de forma inédita para estabelecer uma rede de proteção de mulheres, junto à corporação que trabalhamos, contra o assédio sexual. Aproveitamos a visibilidade para estender o convite a todas: unam-se! Fiscalizem o assédio, a violência e o machismo em suas empresas, comunidades e lares. Não cedam quando tentarem desmoraliza-las,  ridicularizando a sua mobilização. Pois é isso o que vai acontecer. É isso o que a cultura machista faz há milhares de anos, todas as vezes que mulheres se unem para  pedir respeito. Não comprem jamais a ideia de que é a mulher quem "provoca" o assédio ou estupro.  Você não tem que ficar calada, constrangida ou até culpada (!) por ser vítima de uma violência sexual, moral ou física. Mulheres, nós não precisamos de julgamentos por parte umas das outras, nós precisamos de UNIÃO.  Está na hora de termos uma sociedade mais equilibrada, onde o feminino e masculino dividam os mesmos espaços com igualdade de poder. Onde homens e mulheres possam conviver em harmonia e respeito. Esse é o recado do #mexeucomumamexeucomtodas

Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alice.weg) em


Hoje faz um mês que uma pequena grande revolução aconteceu para um grupo composto por mais de 600 mulheres, colegas de uma mesma empresa. A ideia era que nós (assistentes de direção, de produção, maquiadoras, produtoras, camareiras, figurinistas, cabeleireiras, diretoras, atrizes, etc.) nos uníssemos de forma inédita para estabelecer uma rede de proteção de mulheres, junto à corporação que trabalhamos, contra o assédio sexual. Aproveitamos a visibilidade que a nossa empregadora tem para ampliar esse movimento, convidando todas a fazerem o mesmo: unam-se! Fiscalizem o assédio, a violência e o machismo dentro de suas empresas, comunidades e lares. E não cedam quando tentarem desmoraliza-las, menosprezando ou até ridicularizando a sua mobilização. Preparem-se, porque isso vai acontecer. É isso o que a cultura machista faz há milhares de anos, toda vez que mulheres se unem para dar um grito de liberdade e pedirem respeito. Não comprem jamais a ideia de que é a mulher "provoca" o assédio ou estupro. Não esqueçam, aliás, que o estupro pode acontecer mesmo dentro de um casamento. A regra é clara: não é não. Ninguém tem mais poder sobre o seu corpo do que você mesma. Você não precisa ficar calada, constrangida ou até culpada (!) por ser vítima de uma violência sexual. Mulheres, nós não precisamos de julgamentos por parte umas das outras, nós precisamos de UNIÃO. Por muito tempo ficamos afastadas, temerosas até em confiar umas nas outras e agora estamos descobrindo o quanto é maravilhoso estarmos juntas. Enquanto o machismo mata, o feminismo assusta, assusta porque é revolucionário. O modelo patriarcal, de desigualdade de gênero, está em plena falência. O melhor que se pode fazer agora é lutar por um mundo mais equilibrado, onde o feminino e masculino dividam os mesmos espaços com igualdade. Homens e mulheres podem conviver em harmonia e respeito. Esse é o recado do #mexeucomumamexeucomtodas

Uma publicação compartilhada por Fernanda Lima (@fernandalimaoficial) em


Hoje faz um mês que uma pequena grande revolução aconteceu para um grupo composto por mais de 900 funcionárias (de todas as áreas) quando nos unimos de forma inédita para estabelecer uma rede de proteção de mulheres, junto à corporação que trabalhamos, contra o assédio sexual. Aproveitamos a visibilidade para estender o convite a todas: unam-se! Fiscalizem o assédio, a violência e o machismo em suas empresas, comunidades e lares. Não cedam quando tentarem desmoraliza-las,  ridicularizando a sua mobilização. Pois é isso o que vai acontecer. É isso o que a cultura machista faz há milhares de anos, todas as vezes que mulheres se unem para  pedir respeito. Não comprem jamais a ideia de que é a mulher quem "provoca" o assédio ou estupro.  Você não tem que ficar calada, constrangida ou até culpada (!) por ser vítima de uma violência sexual, moral ou física. Mulheres, nós não precisamos de julgamentos por parte umas das outras, nós precisamos de UNIÃO.  Está na hora de termos uma sociedade mais equilibrada, onde o feminino e masculino dividam os mesmos espaços com igualdade de poder. Onde homens e mulheres possam conviver em harmonia e respeito. Esse é o recado do #mexeucomumamexeucomtodas

Uma publicação compartilhada por astridfontenelle (@astridfontenelle) em


Um mês que uma mina de coragem deu coragem pra outras minas tambem dizerem #chegadeassedio %uD83D%uDC9C

Uma publicação compartilhada por Maria Ribeiro (@mariaaribeiro) em


Hoje faz um mês que uma pequena grande revolução aconteceu para um grupo composto por mais de 900 funcionárias (de todas as áreas) quando nos unimos de forma inédita para estabelecer uma rede de proteção de mulheres, junto à corporação que trabalhamos, contra o assédio sexual. Aproveitamos a visibilidade para estender o convite a todas: unam-se! Fiscalizem o assédio, a violência e o machismo em suas empresas, comunidades e lares. Não cedam quando tentarem desmoraliza-las,  ridicularizando a sua mobilização. Pois é isso o que vai acontecer. É isso o que a cultura machista faz há milhares de anos, todas as vezes que mulheres se unem para  pedir respeito. Não comprem jamais a ideia de que é a mulher quem "provoca" o assédio ou estupro.  Você não tem que ficar calada, constrangida ou até culpada (!) por ser vítima de uma violência sexual, moral ou física. Mulheres, nós não precisamos de julgamentos por parte umas das outras, nós precisamos de UNIÃO.  Está na hora de termos uma sociedade mais equilibrada, onde o feminino e masculino dividam os mesmos espaços com igualdade de poder. Onde homens e mulheres possam conviver em harmonia e respeito. Esse é o recado do #mexeucomumamexeucomtodas

Uma publicação compartilhada por Camila Pitanga (@caiapitanga) em



Acompanhe o Viver no Facebook:





Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.