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Telinha Suspense, drama e mistério em Blindspot, nova série que estreia nesta terça na Warner Trama acompanha mulher encontrada nua e sem memórias, coberta de tatuagens pelo corpo, em busca de entender seu passado

Por: Viver/Diario - Diario de Pernambuco

Publicado em: 29/09/2015 09:00 Atualizado em: 29/09/2015 11:21


Protagonista é interpretada por Jaimie Alexander, de Thor. Foto: NBC/Reprodução
Protagonista é interpretada por Jaimie Alexander, de Thor. Foto: NBC/Reprodução

Nua e sem memórias, uma mulher é encontrada na Times Square, em Nova York, coberta por tatuagens recentes, sendo uma delas o nome de um agente do FBI – a partir de então, envolvido nas investigações do caso. Esse é o mote da nova série Blindspot, que estreia nesta terça-feira (29), às 22h30, na Warner.

Escrito por Martin Gero e dirigido por Mark Pellington, o drama gira em torno da misteriosa moça tatuada, Jane Doe (Jaimie Alexander, de Thor e Thor: O Mundo Sombrio) e do agente Kurt Weller (Sullivan Stapleton, de 300: a ascensão do império), cujo nome está entre as marcas gravadas nas costas da personagem central. O enredo faz lembrar Amnésia (Memento, 2001), longa de Christopher Nolan, cujo protagonista tatua no corpo informações valiosas, a fim de driblar a própria perda de memória.

Em Blindspot, não está claro quem provocou as marcas, mas é evidente que elas conduzirão Weller e os companheiros – o veterano de guerra Edgar Reed e os colegas Tasha Zapata e Bethany Mayfair (Marianne Jean-Baptiste, da série Without a trace) – a revelações capazes de alterar a vida dos personagens e, talvez, o mundo à sua volta. O thriller de ação é produzido pela Berlanti Productions (mesma produtora de Flash e Arrow) e ganha força, ainda, com o turbulento relacionamento entre a enigmática Jane Doe e o agente Kurt Weller. A cada dia, ela descobre em si mesma uma nova habilidade, sem origem aparente, que os aproxima um pouco mais das respostas desse enigma e, claro, das ameaças que o cercam.

entrevista >> Marcos Siega, produtor da série


Veremos um clima romântico entre Jane Doe e Kurt, os protagonistas?
O que seria de um seriado sem um pouco de tensão sexual? (risos). Com certeza é algo que inserimos na história. Há uma conexão entre eles. Estarão trabalhando lado a lado para descobrir que é a Jane Doe e o que aconteceu com ela. E quando você trabalha tão próximo com outra pessoa, e as aventuras que passam juntos, cria uma possibilidade de romance. Já no segundo episódio iremos descobrir algo sobre o passado de Kurt que impacta diretamente os dois. Então, é algo que esperamos que o público goste, veremos.

Era importante que a personagem principal fosse uma mulher? Em algum momento vocês consideraram fazer a série sobre um John Doe?
Nós podemos explorar coisas diferentes do que se tivéssemos um homem no papel. Eu acho importante apresentar uma personagem feminina forte e, quando descobrirmos mais coisas sobre sua história e como ela chegou onde está, teremos um impacto maior do que se ela fosse um homem. Apesar de não ter criado a série, posso afirmar que a personagem desde o início foi uma mulher.

Jornalistas compararam a premissa da série ao filme Amnésia e dizem que ela não é original. O que acha disso?
Eu tento não ler críticas, então é a primeira vez que escuto isso. Minha reação é a de que há tão poucos produtos originais hoje. Todo mundo está pegando algo de outro lugar. Acho que a originalidade vem da maneira como você reconta algo. Acho que esse é um seriado muito inteligente, divertido e tem todos os elementos que queremos ver na TV. Tem aventura, mistério, faz pensar e tem suspense. A premissa em si, de alguém sem memória, existe há muito tempo, antes mesmo de Amnésia. Quem ligar à TV para assistir à nossa série não ficará decepcionado.



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