Público precisa usar óculos para ver os efeitos especiais. Foto: M Rossi/ Divulgação
Para o diretor Billy Bond, apesar da força dos desenhos japoneses, as histórias tradicionais ainda encantam as crianças. “São elas que ajudam a criança a crescer e ter dignidade. Os clássicos sempre tem uma moral por trás. Não são videogame”, diz. Billy, que tem larga experiência com música e artes cênicas - cantou na banda Joelho de Porco, foi produtor de Ney Matogrosso, teve um teatro, entre muitas outras coisas no seu vasto currículo - vem agora ao Recife com a montagem Branca de Neve.
Assim como Peter Pan e O mágico de Oz, peças que o diretor já trouxe, Branca de Neve e os Sete Anões é uma superprodução. 50 pessoas estão viajando o país: 27 atores e 23 técnicos; e a peça tem mais de 180 figurinos, 35 trocas de cenários, 28 toneladas de equipamentos.
O diferencial desta montagem é que a peça é em 4D. O público recebe óculos descartáveis na entrada do teatro. Há neve, truques de mágica, como levitações, cheiro de maçã, chuva e vento.
Foram mais de seis meses preparando o espetáculo que já passou por Brasília, São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre. No último fim de semana, por exemplo, segundo o diretor, o público no Rio foi de 10 mil pessoas.
Veja vídeo da peça:
Branca de Neve Quando: Sexta, às 15h; sábado, às 16h e às 19h; e domingo, às 15h e às 18h Onde: Teatro da UFPE (Cidade Universitária) Quanto: R$ 100 e R$ 50 (meia- entrada), à venda na Jungle Kids dos Shoppings Tacaruna e Plaza, na Gramophone e na bilheteria do teatro Informações: (81) 3207-5757
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