Compesa Obra para melhorar o abastecimento de água em Ipojuca deve tirar o município do rodízio

Publicado em: 25/02/2019 15:08 Atualizado em: 25/02/2019 15:12

Serviços devem beneficiar cerca de 18 mil pessoas. Foto: Compesa/Divulgação.
Serviços devem beneficiar cerca de 18 mil pessoas. Foto: Compesa/Divulgação.
O município de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, está recebendo uma obra de melhoria do fornecimento de água, que vai beneficiar mais de 18 mil pessoas com o abastecimento contínuo. Serviços para ampliação da Estação de Tratamento de Água (ETA), substituição de tubulações, troca e expansão das ligações domiciliares, construção de dois reservatórios, além da implantação de válvulas e macromedidores na rede de distribuição - ações que permitirão aumentar o controle operacional do sistema - estão sendo realizados na cidade.

Também foi construída uma nova adutora, com quatro quilômetros de extensão, que transportará mais água para a ETA a partir da Barragem Três Passagens, localizada em Ipojuca. A obra, realizada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), está na segunda etapa de execução.

A previsão de conclusão é setembro deste ano. Para realizar todo projeto, são investidos R$ 4 milhões, recursos próprios da Compesa e também da Caixa Econômica Federal. "Nossa intenção é retirar o Centro de Ipojuca do rodízio", destaca o diretor Técnico e de Engenharia da Compesa, Rômulo Aurélio Souza. 

Os serviços atuais são para o assentamento de rede na Rua do Monumento e para a substituição de ligações domiciliares na Rua João de Barros e na Avenida José Bernadino da Rocha. Todo projeto prevê o assentamento de dez quilômetros de rede de distribuição de água, a instalação de 3 mil ligações domiciliares e a construção de dois reservatórios com capacidade para armazenar 650 e 200 metros cúbicos de água.

A reforma na ETA permitirá que a unidade dobre a capacidade de tratamento, passando a produzir 40 litros de água, por segundo. A obra também vai possibilitar atender a 500 imóveis do Campo do Avião - comunidade que hoje é abastecida precariamente por meio de um poço administrado pelo município.

 



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