Folia Semifinal do concurso de rei e rainha do carnaval do Recife acontece amanhã A final acontece no próximo dia 15 no Pátio de São Pedro

Publicado em: 06/02/2019 08:14 Atualizado em: 06/02/2019 17:49

Simpatia, beleza, conhecimento do carnaval são critérios avaliados. Foto: Bruno Campos/PCR/Divulgação.
Simpatia, beleza, conhecimento do carnaval são critérios avaliados. Foto: Bruno Campos/PCR/Divulgação.

A semifinal do concurso de rei e rainha do carnaval do Recife 2019 acontece às 20h desta quinta-feira (7), no Clube Português, bairro das Graças, Zona Norte do Recife. A seleção, que começou no último dia 1º, tem 13 inscritos para rei e 22 inscritas para rainha. A competição termina no próximo dia 15. A final será no Pátio de São Pedro.

O 55º Baile Municipal do Recife e a abertura do carnaval da cidade são alguns dos compromissos que já estão na agenda dos futuros rei e rainha. Entre os critérios avaliados no concurso estão simpatia, beleza, conhecimento do carnaval e desenvoltura na hora da apresentação. Saber dançar frevo é um diferencial.

A educadora física Ruanna Karina de Oliveira, 31 anos, que foi rainha do carnaval em 2015, voltou a competir na edição deste ano. "Em 2010, eu engravidei e fiquei um tempo sem participar da seleção, mas em 2012, voltei e fui princesa, assim como em 2013. Participei em 2014 e fui rainha, finalmente, em 2015", conta a professora do Balé Popular do Recife.

Já Milka Albuquerque, 32, está participando pela primeira vez da seleção. Ela integra o grupo Nosso Espaço de Dança, no Janga, em Paulista. "Quero realizar o sonho de ser rainha do carnaval. Fiz uma vaquinha com amigos para poder participar da seleção", disse.

Entre os homens, Inaldo Fernando é um dos concorrentes com longa trajetória no concurso. "Tenho dois títulos como rei do carnaval do Recife, um de 2008 e outro de 2016. Desde 2004, participo do concurso", afirma. O instrutor de trânsito Thiago Duarte, 30, vai tentar pela primeira vez ocupar o trono. Ele faz parte do Balé de Cultura Negra do Recife (Bacnaré). "Sempre quis concorrer, mas por questões de trabalho, ficava adiando. A minha família não incentiva esse meu envolvimento com a cultura popular, mas os amigos do Bacnaré me deram muita força para tomar essa decisão", conta.


 


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