Recuperação Miguel Filho posta foto de Marcelinha: 'um grande milagre'

Publicado em: 01/02/2019 18:40 Atualizado em: 01/02/2019 19:05

Foto: Reprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram
“Um grande milagre”. Foi assim que o advogado Miguel Filho da Motta Silveira, 48 anos, definiu a recuperação da filha Marcela Guimarães, sete anos, em uma rede social, após um ano e dois meses do acidente que tirou a vida de sua esposa Maria Emília Guimarães, do seu filho Miguel da Motta Silveira Neto, e da babá Roseane Maria, que na época estava grávida. 

“Que o Nosso Bom Deus continue a trabalhar nesse grande milagre. Marcelinha cada dia mais presente. Obrigado pelas orações”, agradeceu Miguel em foto publicada no Instagram, que teve quase quatro mil curtidas até o momento. Na imagem, Marcela, que na época do acidente tinha cinco anos, aparece sorrindo, um anos após pai e filho terem recebido alta do hospital após acidente. 

Nos comentários da foto, os seguidores de Miguel Filho reforçaram a torcida pela recuperação completa de Marcelinha e disseram que irão continuar orando pela família. 

ACIDENTE - Em novembro de 2017, o estudante João Victor Ribeiro de Oliveira Leal, na época com 25 anos, dirigia um Ford Fusion a 108km/h na Avenida Cônego Barata, bairro da Tamarineira, Zona Norte do Recife. Colidiu com o veículo Toyota RAV4, onde estavam Miguel Filho da Motta Silveira, sua esposa Maria Emília Guimarães, seu filho Miguel Neto, na época com três anos, sua filha Marcela Guimarães e a babá Roseane Maria de Brito, que deixou uma filha pequena e estava grávida. 

Miguel Filho e Marcelinha foram os únicos sobreviventes da tragédia, mas a menina ficou com graves sequelas. Os laudos investigativos averiguaram que João Victor, além de dirigir em alta velocidade, estava bastante alcoolizado. Após a conclusão do inquérito policial, ele foi acusado pelo Ministério Público de Pernambuco e responde à justiça preso do Cotel. Ano passado, os advogados de João Victor havia solicitado prisão domiciliar ao réu mas o pedido foi indeferido. 

Há duas semanas, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco, formada pelos desembargadores Cláudio Jean Nogueira Virgínio, Daisy Andrade e Eudes França, negou por unanimidade o Habeas Corpus (HC) em prol de João Victor de Oliveira Leal, assim o acusado continua respondendo ao processo preso. O processo agora vai retornar ao 1º Grau para andamento normal, segundo o TJPE. 



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