Ação Suspeito de integrar organização criminosa da Paraíba é preso em Caruaru O homem de 35 anos encontra-se internado sob custódia em um hospital da cidade

Por: Diario de Pernambuco

Publicado em: 24/12/2018 09:56 Atualizado em: 24/12/2018 15:01

Edson foi resgatado da Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes, em João Pessoa (PB). Foto: Reprodução do Google Street View.
Edson foi resgatado da Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes, em João Pessoa (PB). Foto: Reprodução do Google Street View.
Uma ação conjunta entre a Polícia Federal e o 4º Batalhão de Polícia Militar de Caruaru localizou um homem suspeito de ser integrante da facção criminosa Okaida, da Paraíba, que tem ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Durante a prisão de um outro membro do PCC no bairro de Maurício de Nassau, no município de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, os policiais identificaram irregularidades em um apartamento de um edifício de luxo.

Portando documento de identidade com nome de Handerson Mendonça de Aquino, o suspeito está internado em um hospital da cidade sob custódia. No apartamento onde ele estava morando há cerca de um mês, foi encontrado um revólver calibre 38 com munições em situação irregular, um veículo Range Rover Evoque com placas de Camaragibe/PE e RG, CPF, Certidão de Nascimento e Reservista em nome de Handerson com indícios de falsificação.

Segundo informações da Polícia Federal, quando os agentes chegaram no local, o apartamento estava aberto e o suspeito já estava internado em um hospital da cidade e sua verdadeira identidade seria Edson Gomes da Silva, de 35 anos, de João Pessoa (PB), que atua facilitando a circulação de drogas entre os estados da Paraíba e Rio Grande Norte. Já havia mandado de prisão a ser cumprido pela Polícia Federal.

Com histórico criminal por tráfico de drogas, Edson é considerado foragido e no último mês de setembro foi resgatado da Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes – PB1, em Jacarapé, na cidade de João Pessoa (PB), em uma ação com o emprego de explosivos e metralhadoras. 

Ele foi interrogado durante a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante pelos crimes de organização criminosa, posse irregular de armas de fogo de uso permitido, lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Se for condenado, o suspeito pode ficar detido por até 20 anos.


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