Saúde Crescem os casos de morte por gripe em Pernambuco Nos sete primeiros meses deste ano, 23 pessoas faleceram com Síndrome Respiratória Aguda Grave, enquanto que, no ano passado, somente cinco óbitos foram confirmados

Por: Diario de Pernambuco

Publicado em: 24/08/2018 11:50 Atualizado em: 24/08/2018 12:09

Apesar do aumento dos casos de óbito, o número de pessoas vacinas contra influenza superou a 100%. Imagem: A2IMG
Apesar do aumento dos casos de óbito, o número de pessoas vacinas contra influenza superou a 100%. Imagem: A2IMG

Um total de 23 pessoas morreram nos sete primeiros meses deste ano, vítimas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) em Pernambuco. No mesmo período do ano passado foram registrados cinco óbitos. O signigfica um aumento de 360%. Os casos de Srad também subiram. Até 28 de julho deste ano, foram 1.547 ocorrências, enquanto que, nos sete primeiros meses de 2017, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) notificou 1.288 casos da síndrome, que corresponde um crescimento de 40%. O quadro da síndrime pode ser provocado por diversos agentes (vírus, bactérias) e é caracterizado pela necessidade de internação de paciente com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispineia ou desconforto respiratório. 

Do total de casos, registrados este ano, 96 tiveram resultado laboratorial confirmado para influenza A(H1N1), 52 para influenza A(H3N2), quatro para influenza B, um de vírus sincicial respiratório (VSR) e um para influenza1. No mesmo período de 2017, foram 70 confirmações para influenza A(H3N2), 34 de influenza B, cinco VSR e um parainfluenza1.

 Em 2018, dos 23 óbitos de Srag com resultados laboratoriais confirmados para influenza, 15 foram de influenza A(H1N1), sete de influenza A(H3N2) e um para influenza B. Em 2017, no mesmo período, dos 5 óbitos com resultados laboratoriais positivos para influenza,  4 influenza A(H3N2) e 1 influenza B. Segundo a SES, já foram vacinadas contra a influenza 2.445.151 pessoas, 101,9% do público alvo de 2.399.361 pessoas. Agora, os municípios pernambucanos que ainda possuem doses da vacina podem imunizar, além da população inclusa nos grupos prioritários, crianças de 5 a 9 anos e adultos entre 50 e 59 anos.


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