Decisão Preso desde novembro, universitário que causou acidente na Tamarineira deve ir a Júri Popular A sentença foi divulgada na última sexta-feira

Por: Diario de Pernambuco

Publicado em: 30/07/2018 10:46 Atualizado em: 30/07/2018 10:56

O universitário cumpre prisão preventiva no Cotel desde o dia 27 de novembro após ser autuado em flagrante por dirigir quase o dobro da velocidade máxima permitida.
Foto: Eduarda Abelenda/Cortesia. (O universitário cumpre prisão preventiva no Cotel desde o dia 27 de novembro após ser autuado em flagrante por dirigir quase o dobro da velocidade máxima permitida.
Foto: Eduarda Abelenda/Cortesia.)
O universitário cumpre prisão preventiva no Cotel desde o dia 27 de novembro após ser autuado em flagrante por dirigir quase o dobro da velocidade máxima permitida. Foto: Eduarda Abelenda/Cortesia.

A Primeira Vara do Tribunal do Júri Capital sentenciou que o universitário João Victor Ribeiro de Oliveira Leal, 26 anos, preso por triplo homicídio e dupla lesão corporal grave após trágico acidente ocorrido em novembro do ano passado, no bairro da Tamarineira, será levado a Juri Popular. A decisão foi divulgada na última sexta-feira (27). Ainda não há data para o julgamento.

Sem dar maiores detalhes, a advogada de defesa do réu, Andressa Cavalcanti, apenas confirmou que irá recorrer da decisão para que o universitário não vá a Juri Popular. Somente após essa fase poderá ser marcada a data do julgamento. O universitário cumpre prisão preventiva no Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel) desde o dia 27 de novembro após ser autuado em flagrante por dirigir quase o dobro da velocidade máxima permitida na via no momento em que a colisão ocorreu, no cruzamento entre a Avenida Conselheiro Rosa e Silva e a Rua Padre Roma.

As penas por triplo homicídio com dolo eventual correspondem às mortes da funcionária pública Maria Emília Guimarães, 39, do filho dela, Miguel Neto, 3 e a babá, Roseane Maria de Brito Souza, 23, que estava grávida. Ainda foram somadas as duplas leões corporais graves provocadas no advogado Miguel Arruda da Motta Silveira Filho, 46, e na filha dele, Marcela Guimarães da Motta Silveira, de cinco anos. As penas podem somar até 70 anos de detenção, caso João Victor seja condenado.

Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.