Polícia Acusado de homicídios e tráfico é preso em Abreu e Lima Suspeito teria cometido pelo menos cinco homicídios e outras sete tentativas de assassinato

Publicado em: 15/06/2018 14:27 Atualizado em: 15/06/2018 14:32

(Esq. p/ dir.): delegado Abraão Didier ;
delegado José Claudio Nogueira (diretor Diresp) ;
delegado João Leonardo Calvancanti, gestor da divisão de homicídios metropolitana. Foto: PCPE/Divulgação
(Esq. p/ dir.): delegado Abraão Didier ; delegado José Claudio Nogueira (diretor Diresp) ; delegado João Leonardo Calvancanti, gestor da divisão de homicídios metropolitana. Foto: PCPE/Divulgação

A Polícia Civil prendeu em flagrante um suspeito de cometer tráfico de drogas e homicídios na Comunidade do Fosfato, em Abreu e Lima. Anderson José Nobre, 22 anos, conhecido como “Tiri”, segundo a investigação, comandava o tráfico de drogas na região. Ele é suspeito de cometer pelo menos cinco homicídios e investigado por sete tentativas de assassinato. Anderson foi preso no dia 13, quando saía de Abreu e Lima em um carro dirigido por motorista particular. Foram apreendidos documentos falsos, cinco munições de calibre ponto 40, além de 100 gramas de maconha e R$ 500 em espécie.

De acordo com o delegado da Primeira Divisão de Homicídios Metropolitana, Abraão Didier, o preso não portava documento de identificação já para dificultar a investigação da Polícia. “Ele não tinha Identidade e andava com cartões e documentos falsos. Muitos homicídios cometidos por ele ocorreram na tentativa de expandir o tráfico na comunidade rival”, explica o delegado.

Anderson é apontado como mandante do homicídio do sargento Melquisedeque Inácio dos Santos, morto enquanto capinava um terreno no bairro do Desterro, também em Abreu e Lima. A motivação do crime ainda está sendo investigada. “Esta prisão tem grande relevância por se tratar de um dos principais responsáveis por tráfico ilícito de entorpecentes na área”, comentou o gestor da divisão de homicídios metropolitana João Leonardo Cavalcanti. 

Para amedrontar os moradores da comunidade do Fosfato, Anderson posava para fotos com armas de fogo e as publicava em suas redes sociais. “Ele fazia isso para ‘vender’ sua potencialidade lesiva e assustar a população”, conta Cavalcanti. O suspeito foi encaminhado ao Cotel enquanto o inquérito ainda está em andamento.


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