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Local Diario urbano: Jogo de empurra

Por: Jailson da Paz

Publicado em: 12/01/2018 07:12 Atualizado em:

Imagens de corredores hospitalares tomados por pacientes em macas, camas e cadeiras correm o risco da naturalização de tão rotineiras. Duas semanas atrás, a denúncia de um leitor à coluna, acompanhada de fotografias, mostrava o sofrimento de homens e mulheres no Procape, em Santo Amaro. A queixa recaiu ontem sobre o Hospital Getúlio Vargas, no Cordeiro. Dois aspectos devem ser destacados: o município de origem dos pacientes e a quem cabe a gestão das unidades. Esta é de identificação fácil. Por ficar na linha direta das denúncias, o estado recebe críticas imediatas. E não são descabidas. Mas nessa conta, municípios e União cultivam o silêncio para fugir da linha das críticas. O governo federal porque fez do “corte no orçamento” a sua expressão máxima para a saúde. As prefeituras, e não de agora, lotam ambulâncias, vans e ônibus e despejam os cidadãos nas portas, portanto empurrando-os aos corredores, dos grandes hospitais públicos. Agindo assim, gestores municipais acreditam cumprir a função de socorro, quando estão simplesmente repassando uma responsabilidade também sua.
 
Olho de cobre 
Em breve, fios da ponte sobre o Rio Capibaribe, na Várzea, vão tocar o solo. Eles se encontram ao alcance da mão, despertando curiosos quanto aos materiais que compõem a fiação. Imaginando encontrar cobre e cortando a fiação, os curiosos podem criar armadilhas para os pedestres ou desligar cabos de telefonia e internet.

Dentro da água
Os barracos avançam nas margens do Rio Capibaribe, na Várzea. Da ponte do fim da Avenida Caxangá, nota-se que casebres de madeira, plástico e papelão, antes colados aos paredões das margens, fincaram estacas dentro da água.

Margem ocupada
Está difícil ver o Rio Pirapama ao trafegar pela PE-025, estrada que interliga a nova e a velha BR-101, no Cabo de Santo Agostinho. Casas e muros se multiplicam nas margens do rio, quando deveriam estar protegidas pelo poder público.

Reparo na orla
Quanto à degradação dos bancos da Praia do Bairro Novo, a Secretaria de Serviços Públicos de Olinda afirma ter iniciado a manutenção da calçada da orla no final de 2017 e que o ponto destacado pela coluna, ontem, será consertado nos próximos dias. A degradação se dá pela maresia, desde a Praia do Farol à Praia do Quartel, em Casa Caiada.

Expulsos da areia
O sossego sumiu da Praia de Piedade, próximo ao número 3255 da Avenida Bernardo Vieira de Melo. Moradores da área, acostumados à prática de esportes e brincadeiras, estão sendo expulsos por usuários de drogas. E diariamente no mesmo horário: 20h.

Sítio da Trindade
Na sementeira do Sítio da Trindade, em Casa Amarela, se produz bom número das mudas para arborizar o Recife. Mais de 800 mudas adultas, neste momento, são cuidadas por três reeducandos do sistema prisional, encaminhado à sementeira pelo Patronato Penitenciário.

Tráfico de animais
Nem os aracnídeos escapam dos traficantes de bichos. O Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara) recebeu quatro aracnídeos no ano passado, conforme balanço divulgado ontem. Um deles não resistiu aos maus-tratos.


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