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Diario urbano Usuários de ônibus não devem filmar assaltos Por colocar uma mão no bolso ou na bolsa, mesmo que involuntariamente, passageiros foram espancados, baleados, mortos

Por: Jailson da Paz

Publicado em: 14/11/2017 08:06 Atualizado em:

Quanto mais recursos se tiver para o combate à violência melhor. A regra vale contra os assaltos aos ônibus. Daí se entender o lançamento do serviço, via WhatsApp, para que a população encaminhe imagens, vídeos e mensagens de texto relativos a esse tipo de crime, que em matéria de estatística divide o governo do estado e as entidades de classe dos rodoviários. Esses falam em 281 ocorrências em outubro, enquanto o primeiro, 65. Disparidade à parte, um aspecto precisa ser considerado na campanha, o do não estímulo aos usuários de ônibus a gravar de maneira espontânea tais crimes. Simples de entender. Assaltantes são rápidos ao perceber qualquer movimento que indique reação ou algo parecido. Por colocar uma mão no bolso ou na bolsa durante assaltos, mesmo que involuntariamente, passageiros foram espancados, baleados, mortos. Dizem, afinal, os manuais de segurança que o melhor é não reagir. É tentar manter a calma. Portanto, anotemos o telefone do serviço, (81) 99948-7091. De preferência em uma caderneta ou nas nuvens, pois assaltantes costumam recolhem todos celulares de quem se encontra nos ônibus, de passageiros a motoristas, ou nas paradas dos coletivos.

 

Direito de viver
O protesto se foi, na última sexta-feira, e a frase ficou em um dos abrigos de ônibus da Praça do Derby, no Recife. Por quanto tempo não se sabe, mas tem levado gente a parar e a pensar o porquê da frase “jovens pelo direito de viver”. No estado, a título de lembrança, um jovem negro tem 11,5 vezes mais possibilidade de morrer do que um branco.

Qualquer lugar
Bares, restaurantes e igrejas da Avenida Fernando Simões Barbosa, em Boa Viagem, prestariam um bom serviço se orientassem clientes e fiéis a não estacionarem os carros dos dois lados do logradouro. Ou, se nas horas do embarque e desembarque, evitassem parar no meio da rua nos domingos à noite, quando dão um show de infrações.

Muita diferença
Pacientes de clínicas e hospitais se esforçam para entender porque tanta diferença nos valores cobrados nos estacionamentos da Ilha do Leite, no Recife. Basta cruzar a rua em alguns casos para primeira hora cobrada ser R$ 3,00 a menos. Em um lugar, o serviço sai por R$ 9,00, enquanto o do vizinho da frente, com cobertura, R$ 6,00.

Demora agendada
Tranquilo, com o atendimento agendado, o segurado do INSS compareceu meia hora antes na Agência Corredor do Bispo, na Boa Vista. Chegou sorridente. O sorriso se desfez minuto após minuto. O atendimento previsto para as 15h30 ocorreu perto das 18h. Não era a primeira vez que esteve lá. De vezes anteriores, “a rede” estava fora do ar.

Cota para o bolo
Não fossem a dedicação e o carinho da população entidades como a Philarmonica 15 de Novembro Cabense teriam desaparecido. Ela completa 103 anos amanhã, com hasteamento de bandeiras, desfile pelas ruas do Cabo e bolo de aniversário. Esse, assim como bebidas, rateados entre músicos e amigos da banda. Algo comum em festas populares.

Escuta na avenida
Técnicos do Programa Acolhe Vida Recife, do município, visitam hoje a Avenida Cruz Cabugá, em Santo Amaro. O grupo fará a escuta qualificada e o encaminhamento, para as redes de saúde, de assistência social e complementar, dos moradores de rua que fazem dos canteiros e calçadas da avenida um território de consumo de crack



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