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ENSINO Rede municipal vai distribuir livros e oferecer aulas de reforço para evitar reprovações Programas serão lançados nesta terça e vão atender os estudantes do 6º e 7º ano, séries com maiores índices de reprovação

Publicado em: 19/06/2017 17:43 Atualizado em:

Cada aluno vai receber dois livros paradidáticos. Foto: Antônio Tenório/PCR/Divulgação (Cada aluno vai receber dois livros paradidáticos. Foto: Antônio Tenório/PCR/Divulgação)
Cada aluno vai receber dois livros paradidáticos. Foto: Antônio Tenório/PCR/Divulgação
A partir desta terça-feira, a Prefeitura do Recife vai dar início aos projetos Aventuras da Leitura e Estudo Ampliado, que visam estimular a leitura e otimizar o rendimento escolar dos 12,6 mil alunos matriculados entre o 6º e 9º ano do Ensino Fundamental. As ações visam estimular a leitura dos alunos e promover reforço pedagógico especial para os estudantes do 6º e 7º anos, que são os com maiores índices de reprovação.
 
Para o estímulo à leitura, o projeto Aventuras da Leitura irá conceder dois livros para cada um dos 12,6 mil alunos matriculados na rede. O objetivo é promover fluência na leitura. Nos últimos quatro anos, a Prefeitura do Recife investiu R$ 63 milhões na aquisição de livros paradidáticos para os alunos da rede. No total, os estudantes levaram para casa 1.872.041 exemplares.
 
Em 2017, uma curadoria especial optou por livros com temas atuais ou títulos em consonância com os interesses dessa faixa etária e que já são verdadeiros cases de sucesso consolidados em redes públicas e privadas. Entre os títulos, A Droga da Obediência, de Pedro Bandeira, O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson, A Volta por Cima, de Carlos Heitor Cony e Frankenstein, de Mary Shelley. No total, o investimento na aquisição dos exemplares foi de R$ 2,3 milhões. Os alunos começam a receber os exemplares já na terça-feira.
 
Jornada ampliada 
Atualmente, há 3,9 mil alunos no 6º e 7º anos e, historicamente, cerca de 25% são reprovados por questões inerentes ao ciclo: a mudança de paradigma de deixar um único professor para encarar diversos mestres, a inserção de novas disciplinas bem como alterações naturais que surgem a partir dos 10 anos estão entre os motivos. Para otimizar a aprendizagem, as 36 escolas dos anos finais irão promover aulas de reforço com práticas pedagógicas diferenciadas no contraturno.


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