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Transporte "Ciclistas de paletó" adotam uma nova forma de chegar ao trabalho

Publicado em: 31/08/2013 16:00 Atualizado em: 31/08/2013 03:17

Diariamente, Edvaldo vai e volta do trabalho, no Tribunal de Justiça, de bicicleta. Foto: MAria Eduarda Bione/DP/D.A Press
Diariamente, Edvaldo vai e volta do trabalho, no Tribunal de Justiça, de bicicleta. Foto: MAria Eduarda Bione/DP/D.A Press

Não é preciso andar muito pelas ruas do Centro do Recife para encontrá-las nos bairros de São José, Santo Antônio, do Recife, Santo Amaro e Boa Vista. É cada vez maior o número de pessoas que usam bicicletas para irem ao trabalho. Universitários e trabalhadores, até mesmo de paletó e gravata, fazem o trajeto até o serviço sobre duas rodas. Nas dez estações do projeto Porto Leve, o número de cadastros subiu de 4,4 mil em janeiro, quando o programa foi criado, para 6,8 mil em agosto. Um aumento de 54%. Hoje, mais de 30 mil ciclistas estão no programa.

Usuários de terno guiando magrelas, cena rara até pouco tempo atrás, é algo cada vez mais comum no Centro. Há seis meses, o diretor adjunto de Infraestrutura do TJPE, Edvaldo Araújo, vai e volta do trabalho de bicicleta, camisa social e gravata. Para tentar driblar o sol, deixa o paletó no emprego. De onde mora, em Campo Grande, ao Fórum Paula Batista, em Santo Antônio, são 4,7 quilômetros, percurso feito em 15 minutos. Se ele fizesse o trajeto de carro, gastaria mais de 40 minutos. “O trânsito, a falta de estacionamento, a beleza do Recife e a busca por uma vida mais saudável fizeram com que usasse mais a minha bike”, conta.

 

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