Publicação: 17/08/2012 00:00 Atualização: 16/08/2012 23:57
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| Patrícia Camilo teme não poder assumir um cargo de nível superior para o qual foi aprovada em concurso. |
No dia em que a greve dos professores das universidades federais completa três meses, o Diario conta a história de alunos que aguardam, ansiosamente, pelo fim da paralisação. A greve, para eles, põe em risco um emprego público, um concorrido estágio na área de saúde, uma sonhada viagem em família e até um intercâmbio.
Patrícia Camilo, 22 anos, por exemplo, teme não poder assumir um cargo de nível superior para o qual foi aprovada em concurso do TJPE. A greve pode atrasar a entrega do diploma de direito.
Enquanto professores e governo federal não se entendem, a greve se arrasta. Pelas contas da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco (Adufepe), essa é a segunda maior greve dos professores federais do estado. A maior foi em 2005, com duração de 110 dias. Além da UFPE, o movimento também atinge a UFRPE e a Univasf. Cerca de 55 mil alunos estão sem aulas.
Embora a maioria dos estudantes entrevistados concorde que a greve dos docentes é legítima, eles também são unânimes em afirmar que estão sendo os mais prejudicados com os dias parados. Que o diga Patrícia Camilo, 22 anos, aluna do 8º período do curso de direito da UFPE. Ela fez concurso público e está esperando ser chamada para uma vaga de analista (nível superior) no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). O problema é que o diploma pode não ficar pronto a tempo da posse.
Confira a reportagem completa na edição impressa do Diario de Pernambuco desta sexta-feira
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