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#PernambucoMelhor Grupo de voluntárias se reúne toda semana para levar afeto a idosas

Por: Marília Simas

Publicado em: 20/11/2015 16:55 Atualizado em:

 (Crédito: Marília Simas)


A vontade de espalhar o bem fez com que a aposentada Lenira Coelho, de 52 anos, começasse a realizar trabalhos voluntários. No início, ela ajudava crianças carentes que estavam internadas no Instituto Materno Infantil (Imip), depois a vontade de ampliar as pequenas boas ações fez com que ela se tornasse voluntária no abrigo de idosos Casa do Amor, localizado no bairro do Arruda. Todas as segundas-feiras, Lenira se junta a um grupo de mulheres que também fazem voluntariado no abrigo e levam música, lanches e atividades recreativas para descontrair as idosas.

De acordo com Lenira, o trabalho que elas realizam tem um único objetivo, que é levar alegria e amor. "Esse voluntariado é muito importante na vida delas, sobretudo na minha, porque alegrar elas, me deixa feliz. Essa ideia entrou no meu caminho para me incentivar a fazer mais pelo próximo. Quando a gente passa a se doar para o outro, quando a gente aprende a se dividir para ajudar o próximo, quem sai ganhando somos nós mesmos", detalhou.

Para a ex-comerciante, Francisca Pereira, de 67 anos, que mora no abrigo, o trabalho feito por Lenira e o grupo tem muita importância. "A gente mora aqui e elas só chegam para fazer o bem, se esforçam para nos deixar alegres. Eu gosto muito da visita de todas elas. Acho que esse trabalho é importante porque tem idosas aqui que não tem familiar nenhum, outras não recebem visitas nunca. Então, ter elas aqui por perto realmente é muito bom. Quando tem alguém meio deprimida, ela chega para levantar o astral, contou Francisca.

 Segundo Lenira Coelho, todas as pessoas deveriam realizar uma atividade em benefício do próximo. "Eu e esse grupo de senhoras vamos para a Casa do Amor para fazer esse tipo de ação com o coração. Hoje, temos o compromisso de levar o lanche e a alegria para elas. Acredito que mesmo sendo com pequenos gestos, cada um pode ajudar, conhecer um abrigo e conversar com elas. Isso faz uma diferença muito grande", explicou.


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