Politica

Segurança e empregos na pauta de Paulo Câmara

Segundo Paulo Câmara, haverá redução dos números da violência em Pernambuco ainda em 2018 como 'nunca se viu' na história da segurança

Pedidos por mais segurança, redução de carga tributária e abertura de vagas de empregos estiveram na pauta de cobranças do Sindilojas, da Câmara dos Dirigentes Lojistas Recife e da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas, ontem, em sabatina com o governador Paulo Câmara (PSB). As demandas do setor (comércio e serviços representam cerca de 70% do PIB pernambucano) foram feitas por empresários após o governador tecer uma apresentação de quase uma hora sobre as ações do governo do estado nas respectivas áreas, como contratação de policiais, revisão de impostos e crescimento do PIB em 2,2% no primeiro trimestre de 2018, o dobro do registrado no Brasil, segundo dados divulgados pela Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas do estado. 

O governador encerrou o discurso com uma promessa para uma das áreas que mais aflige o comércio do Recife e os trabalhadores: a violência. Segundo o presidente do CDL, Cid Lobo Mendonça, a entidade possui três mil associados e se preocupa, especialmente, com a falta de segurança no Centro, que, além do comércio, tem igrejas históricas e representa a imagem da capital, com suas pontes, rios e casarios históricos. “A gente vai fechar 2018 com números da segurança que há muito tempo não se via em Pernambuco e muitas áreas vão ter números que nunca se viu na história da segurança pública de Pernambuco”, prometeu o governador, citando, detalhadamente, números de queda da violência na região central do Recife, como Conde da Boa Vista e Agamenon Magalhães. 

Paulo Câmara ficou mais de uma hora em pé no meio do auditório da CDL, ora falando do que havia feito no estado, ora respondendo a perguntas. As promessas do candidato foram registradas pelo secretário de Turismo, Márcio Stefanni, e pelo secretário de Segurança, Antônio de Pádua. Ambos acompanharam o governador e anotaram os questionamentos feitos pela plateia, bem como os compromissos assumidos pelo socialista, entre eles, a criação do que chamou de “Pacto pelo emprego”, esse último escrito em caixa alta no topo de uma folha de papel por Stefanni. 

“O emprego é a grande meta mobilizadora dos próximos quatro anos”, discursou o governador, lembrando que a manutenção do equilíbrio financeiro do estado, com o pagamento dos servidores em dia, evitou que a crise no comércio se ampliasse. “Vamos apresentar um grande pacto com a sociedade para a geração de empregos. Essa é a nossa obsessão agora”, acrescentou.

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