ELEIÇÕES 2018 'Vamos jogar PT e PSDB no lixo da história', diz Bolsonaro no DF O candidato à Presidência também disse que os ataques que têm sofrido de adversários não vão afetá-lo

Publicado em: 05/09/2018 13:06 Atualizado em: 05/09/2018 13:12

"Eu sou o patinho feio da história. Mas nós seremos bonitos no futuro", discursou o candidato do PSL. Foto: Ana Rayssa/Esp.CB/D.A Press
"Eu sou o patinho feio da história. Mas nós seremos bonitos no futuro", discursou o candidato do PSL. Foto: Ana Rayssa/Esp.CB/D.A Press
No Distrito Federal, para participar de um ato em apoio a Paulo Chagas, candidato ao Palácio do Buriti pelo PRP, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que vai sobreviver aos ataques que vem sofrendo durante a campanha, especialmente das candidaturas de Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT).
 
Segundo o deputado federal, a ofensiva não vai afetá-lo. "Eu sou o patinho feio da história. Mas nós seremos bonitos no futuro", discursou. Um pouco antes, Bolsonaro afirmou que o Brasil "não suporta mais" a alternância entre PT e PSDB no comando do Palácio do Planalto. "Vamos jogar esses partidos na lata de lixo da historia", disse.

Armas
 
O candidato voltou a fazer seu tradicional gesto que imita uma arma com as mãos e defendeu o direito de a população se armar. Ele declarou que, se chegar à Presidência, vai fazer com que o referendo de 2005, que tratou sobre o porte de armas, seja respeitado. "Vamos respeitar a escolha do povo em ter armas", enfatizou, defendendo ainda a "liberdade econômica".
 
O ato de campanha, em forma de uma carreata, partiu da Fundação Bradesco, em Ceilândia, com previsão de se dispersar no Taguaparque, em Taguatinga. Bolsonaro lidera a corrida presidencial no DF mesmo quando Lula aparece como candidato, apontou, recentemente, pesquisa exclusiva do Correio Braziliense.
 
Presente no ato, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do candidato, acredita que o capitão reformado do Exército deva subir nas pesquisas. "A partir do momento em que ele fica mais conhecido, como na entrevista ao Jornal Nacional, ele cresce. "Ainda segundo Eduardo, o pai terá independência em sua gestão caso seja eleito. "Ele tem liberdade para falar o que quiser e fazer o que quiser. Ele não tem rabo preso." 


Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.