Eleições 2018 Defesa de Lula pede ao TSE tratamento igual na cobertura das eleições na TV Segundo a ação, há provas de que os veículos de comunicação têm 'deliberadamente escondido a campanha de Lula e de seu vice e porta-voz Fernando Haddad'

Por: Correio Braziliense

Publicado em: 27/08/2018 16:17 Atualizado em:

Segundo o texto escrito pelo PT, a Lei eleitoral exige isonomia e veda que qualquer candidato tenha tratamento privilegiado no rádio e tevê. Foto: Nelson Almeida/AFP
Segundo o texto escrito pelo PT, a Lei eleitoral exige isonomia e veda que qualquer candidato tenha tratamento privilegiado no rádio e tevê. Foto: Nelson Almeida/AFP

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir que as emissoras de televisão também deem espaço para a sigla na cobertura das eleições de 2018. Segundo a ação, há provas de que os veículos de comunicação têm “deliberadamente escondido a campanha de Lula e de seu vice e porta-voz Fernando Haddad”. 

 

De acordo com o texto, enquanto o Lula tem cerca de 21 segundos na tevê, outros candidatos como Geraldo Alckmin (PSDB),  Jair Bolsonaro (PSL) e Álvaro Dias (Podemos) variam entre 1 minuto a 5 minutos em cobertura política. Para o partido, os veículos de comunicação também devem tratar da candidatura do petista, já que ele segue em liderança nas pesquisas de intenção de voto. “A campanha de Lula percorre as ruas do Brasil desde a última semana, havendo reunindo milhares de pessoas nas ruas dos estados da Bahia, Sergipe, Paraíba, Rio Grande do Norte e Maranhão. Lula, que é líder nas pesquisas eleitorais, também se comunica por meio de recados e visitas, que ocorrem regularmente às quintas-feiras”, diz o comunicado. 

 

Segundo o texto escrito pelo PT, a Lei eleitoral exige isonomia e veda que qualquer candidato tenha tratamento privilegiado no rádio e tevê. “Requer-se, na presente apresentação, a concessão de liminar, para que seja ordenado às empresas representadas para, a partir da presente data, confiram a devida cobertura da campanha presidencial da Coligação O povo Feliz de Novo”, afirma o recurso. 

 



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