PSL Bolsonaro defende a flexibilização das leis trabalhistas para redução do desemprego Ele fez uma palestra sobre a conjuntura política e econômica brasileira na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) e foi aplaudido ao falar da reforma trabalhista

Por: AE

Publicado em: 21/05/2018 15:59 Atualizado em:

Bolsonaro afirmou que pretende, se eleito, estimular o crescimento da economia por meio de privatizações "com critério" e de um processo de desburocratização que estimule investimentos. Foto: Nelson Almeida / AFP
Bolsonaro afirmou que pretende, se eleito, estimular o crescimento da economia por meio de privatizações "com critério" e de um processo de desburocratização que estimule investimentos. Foto: Nelson Almeida / AFP
O pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) defendeu nesta segunda-feira (21), a flexibilização das leis trabalhistas como forma de reduzir o desemprego. "Aos poucos a população vai entendendo que é melhor menos direitos e emprego do que todos os direitos e desemprego", disse. 

Ele fez uma palestra sobre a conjuntura política e econômica brasileira na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) e foi aplaudido ao falar da reforma trabalhista.

Diante de uma plateia de cerca de 300 empresários - que pagaram R$ 180 (associados) e R$ 220 (não associados) para ouvi-lo -, Bolsonaro afirmou que pretende, se eleito, estimular o crescimento da economia por meio de privatizações "com critério" e de um processo de desburocratização que estimule investimentos.

"Quando eu disse que não entendia de economia, foi por humildade Quem entende de economia é Dilma Rousseff, formada em economia. Olha a desgraça que deixou o País", ironizou Bolsonaro. "Os ministros da Fazenda e da Economia precisam ser um só, e ter porteira fechada. Tem que desburocratizar, facilitar a vida de quem quer investir. Tem que partir para privatização com critério, não botar tudo para o mercado. Temos que acreditar nesse homem ou nessa mulher que por ventura irá assumir esse megaministério."

Bolsonaro foi instado a falar sobre assuntos como a intervenção federal na segurança do Rio, a recuperação fiscal do Estado, a necessidade de se estimular o turismo e de se estimular o desenvolvimento da economia brasileira. Outros pré-candidatos vêm sendo convidados.

O deputado lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado na Operação Lava Jato. É seguido por Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT).




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