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Comida barrada Marco Antônio Cabral, Clarissa Garotinho e Rafael Picciani visitam pais na prisão, levam camarões e bolinhos de bacalhau Os três trouxeram sacolas com alimentos - alvo de polêmica na véspera, quando promotores apreenderam comida supostamente irregular, como camarões, bolinhos de bacalhau e queijos, em algumas celas

Por: AE

Publicado em: 25/11/2017 13:06 Atualizado em: 25/11/2017 13:11

Os deputados federais Marco Antonio Cabral (PMDB) e Clarissa Garotinho (licenciada do PRB enquanto exerce o cargo de secretária municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação do Rio) e o deputado estadual Rafael Picciani visitaram na manhã deste sábado, 25, seus pais presos na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio. Os três trouxeram sacolas com alimentos - alvo de polêmica na véspera, quando promotores apreenderam comida supostamente irregular, como camarões, bolinhos de bacalhau e queijos, em algumas celas. Um dos locais onde foram feitas apreensões é ocupado pelo pai de Marco Antônio, o ex-governador Sérgio Cabral Filho (PMDB).

Vestindo calça jeans e camiseta, Clarissa chegou com dois sacos grandes. Ela foi visitar a mãe, a ex-governadora Rosinha Garotinho (PR). Na véspera, o pai da deputada licenciada, ex-governador Anthony Garotinho (PR), foi transferido à noite para a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8). Foi uma punição porque Garotinho afirmou ter sido agredido de madrugada por um homem em sua cela, mas as câmeras de segurança não registraram imagens do suposto agressor. A denúncia causou revista do Ministério Público na cadeia. Promotores encontram alimentos supostamente irregulares nas celas de Cabral, de Adriana Ancelmo, da ex-governadora Rosinha Garotinho e do empresário do setor de ônibus urbano Jacob Barata.

Rafael Picciani foi visitar o pai, o presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio Jorge Picciani (PMDB), preso na Operação Cadeia Velha, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Também foram presos, na mesma ação, outro ex-presidente do Legislativo fluminense, Paulo Melo, e do líder do Governo e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, Edson Albertassi. Ambos são do PMDB e foram afastados de seus mandatos, por decisão da Justiça Federal.

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