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Operação Torrentes Governo traça estratégias para evitar mais desgastes Paulo Câmara determinou que titulares de quatro pastas acompanhem caso de perto para fazer a defesa jurídica e política

Por: Rosália Rangel - Diario de Pernambuco

Publicado em: 11/11/2017 08:11 Atualizado em:

Entre as providências adotadas pelo governo do estado, depois da Polícia Federal deflagrar a Operação Torrentes, está a determinação do governador Paulo Câmara (PSB) no sentido dos titulares das secretarias de Planejamento, Márcio Stefanni; Administração, Milton Coelho; Controladoria-Geral do Estado, Rui Bezerra; e Procuradoria-Geral do Estado, César Caúla; de acompanhar de perto todo o processo que envolve integrantes da Casa Militar. Na noite da quinta-feira, o governo solicitou à Justiça o inquérito que deu origem às investigações do caso.

Em uma primeira análise foram detectadas falhas por falta de informações mais embasadas das operações Reconstrução e Prontidão. O objetivo do governo, segundo revelou uma fonte ao Diario, é garantir um embasamento jurídico e, principalmente, no campo político, diante da reação da oposição.

Ainda segundo a mesma fonte, muitas informações do trabalho realizado pelo governo do estado para socorrer as vítimas das enchentes foram encaminhadas à Controladoria Geral da União (CGU), órgão que atuou junto com a Polícia Federal na Operação Torrentes. Em nota oficial divulgada logo após a saída dos agentes federais das dependências do Palácio do Campo das Princesas, onde fica localizado o prédio da Casa Militar, o governo reagiu ao que chamou de “operação desproporcional” quando se referiu à ação policial.

Nesta sexta-feira, o governador Paulo Câmara promoveu a reunião de monitoramento do Pacto pela Vida que ocorre semanalmente. O encontro seria na quinta-feira, mas foi transferido por conta da operação. Durante a reunião o assunto foi comentado. Ente os que falaram, o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, disse ser solidário com a Casa Militar, mas recomendou que quem errou seja punido e não se condene toda a instituição.

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