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Homenagem Festa do Morro da Conceição celebra a memória de Eduardo Campos

Por: Cláudia Ferreira - Esp. para o Diario de Pernambuco

Publicado em: 01/12/2014 22:32 Atualizado em: 02/12/2014 12:34

Passados quatro meses, a tragédia que tirou a vida do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos ainda emociona seus entes queridos e admiradores. Ana Arraes, mãe de Eduardo, não conteve as lágrimas. Acompanhada da nora Renata Campos e de quatro dos netos, a ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), com muita discrição, chorou toda a missa celebrada em homenagem ao seu filho, morto em agosto num acidente aéreo. A solenidade da noite desta segunda-feira (1º) ainda prestou tributos ao escritor e dramaturgo Ariano Suassuna, também falecido este ano.

Renata e seus filhos pareciam serenos, mas Em seu sermão, o Padre José Roberto França, destacou a razão pela qual a paróquia do Morro da Conceição, em plena semana de festa da santa, estava celebrando a memória de Eduardo. “Este santuário tem uma forte ligação com Eduardo em virtude da mobilização dele para sua construção”, lembrou o pároco.

Com o microfone em mãos, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, e o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara, fizeram breves discursos de agradecimento e aproveitaram para firmar compromissos. “Eu subi ao Morro sempre acompanhado do nosso governador Eduardo. Fica o agradecimento a todos que aqui vieram para prestar sua homenagem”, disse o prefeito, que prometeu buscar parcerias com a iniciativa privada para garantir o restauro da imagem da Virgem da Conceição. “Tive a oportunidade de vir aqui algumas vezes este ano, para pedir voto, pois estava em campanha eleitoral. Mas agora tenho a oportunidade de agradecer”, celebrou Câmara, ressaltando a importância de continuar “rezando por um Pernambuco melhor e mais justo”.

João Campos, um dos filhos do homenageado, também subiu ao púlpito da igreja e leu alguns versículos do livro de Isaías. Após a celebração, João exaltou a fé que herdou do pai. “Eu sou católico, sempre frequento missa. E vir aqui era um hábito que meu pai tinha. Ele sempre se colocava solícito a ajudar a comunidade católica. Não como governante, mas como cristão que era”, defendeu.

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