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Disputa presidencial » Temer diz que não vê necessidade de ataques a Marina

AE

Publicação: 04/09/2014 16:59 Atualização:

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou nesta quinta-feira (4) que não "vê necessidade" de que o programa da candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) faça duros ataques a Marina Silva para tentar desconstruir a imagem da adversária do PSB.

"Eu não vejo necessidade. A desconstrução eventual dela poderá ser feita por outras pessoas, pelas circunstâncias, na política é assim. As circunstâncias vão mostrando o que é melhor para o País", disse, ao chegar para um evento promovido pela Abimaq, no qual representa Dilma, em São Paulo.

Temer reiterou ter "absoluta convicção" de que a presidente deve ser reeleita. "Dilma pode continuar porque ela tem feito muito pelos brasileiros", afirmou.

Na avaliação do vice-presidente, a melhor estratégia a ser adotada pela campanha é "revelar as qualidades da presidente Dilma". "Isso está demonstrado no trabalho que ela fez ao longo do tempo e especialmente porque ela tem uma virtude extraordinária. Ela trabalha com as instituições, instituições que levamos muito tempo para construir", disse, em uma crítica velada a Marina, que pretende, se eleita, governar não com partidos e instituições e sim com os melhores em cada área, conforme disse em várias oportunidades.

"Nós não podemos jamais desmerecer as instituições, desde os partidos políticos até o Legislativo", exemplificou. Segundo Temer, Dilma "tem essa qualidade". "Ela trabalha com as instituições. Isso é uma coisa que pode ser revelada e que vai sensibilizar o eleitorado."

Pesquisas
Temer comentou ainda o resultado das pesquisas divulgadas nesta quarta-feira (3), que ainda mostram empate técnico entre Dilma e Marina, mas com alguma recuperação da petista. "(Vi) Muito positivamente. Havia notícias alarmantes de que logo a candidata Marina teria os índices mais elevados, mais elevados do que a Dilma. E na verdade isso não se deu, isso não se verificou", avaliou.

Para ele, a pesquisa é ainda mais favorável à presidente Dilma, já que os índices de rejeição diminuíram e a aprovação do governo melhorou. "Mas ainda é uma pesquisa, temos um mês (até a eleição)", ponderou.

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