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Eleições » Para Armando, após morte de Eduardo, candidatos tem que se apresentar sem apadrinhamentos Armando Monteiro disse que, a partir de agora, após a morte de Eduardo, o eleitor vai avaliar somente a capacidade política dos candidatos

Júlia Schiaffarino

Publicação: 21/08/2014 08:34 Atualização: 21/08/2014 15:13

O tempo voltou a correr no relógio eleitoral do candidato ao governo de Pernambuco Armando Monteiro Neto (PTB). Após sete dias parado, em respeito ao falecimento do presidenciável Eduardo Campos, ele retomou a campanha ontem (20) com uma caminhada pela feira e mercado público de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes. Mostrou-se animado e disse que a campanha recomeça com o desafio dos candidatos se apresentarem sem apadrinhamentos.

“Agora sim, agora os candidatos é que precisam ser avaliados. A sua força, o seu lastro político, sua capacidade de liderança. Esse é o desafio e o povo vai avaliar isso de forma soberana, independente e tranquila”, destacou, ressaltando um novo momento desta campanha. Desde o início da disputa, Armando Monteiro fez críticas ao principal adversário, Paulo Câmara (PSB), tendo chamado ele, em um dos momentos, de candidato “biônico” e “sem trajetória política”. O socialista era apoiado por Eduardo Campos. Monteiro, porém, negou ter feito cálculos políticos sobre ganhos ou perdas após a tragédia.

Indecisão
Ontem, o petebista caminhou por mais de duas horas pela feira, que estava cheia de militantes vestidos de azul e segurando bandeiras ou colando adesivos. Apesar da chuva, não teve pressa em cumprimentar as pessoas. A reportagem conversou com algumas delas, mas poucas souberam dizer se ele tinha, ou não, o apoio de Eduardo Campos, e nenhuma, afirmou conhecer Paulo Câmara. Para os entrevistados, a tragédia envolvendo o ex-governador afeta mais a escolha para o candidato a presidente. Todas afirmaram que votariam em Campos e que agora não sabiam quem escolher.

“Não sei quem é o candidato que Eduardo apoiava. Acho que vou votar nele, mas não sei quem é. Armando eu sei que foi presidente de uma confederação, mas não sei se ele era o candidato de Eduardo. Era?”, indagou o encanador Veldon Alves, que fazia compras no mercado.

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