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Eleições 2014 » "Renata pode assumir qualquer candidatura", diz presidente do PSB

Tércio Amaral

Publicação: 18/08/2014 10:51 Atualização: 18/08/2014 12:06

O presidente nacional do PSB em exercício, Roberto Amaral, declarou, na manhã desta segunda-feira (18), que a viúva do ex-governador e candidato à Presidência da República, Renata Campos, tem capacidade de assumir qualquer candidatura. A declaração da liderança foi dada à imprensa antes de começar o evento do partido numa casa de recepções na Zona Norte do Recife.

“Ela é um nome que tem capacidade de assumir qualquer candidatura. Não vamos decidir nada sem conversar com ela. A gente já tinha esperança dos números (pesquisa) antes da tragédia, agora, continuamos a tê-la”, declarou o socialista. Amara anunciou, ainda, que não conversou com Renata sobre candidatura e que a nova chapa do PSB deste ser apresentada nesta quarta-feira (20).

O evento foi convocado pela ex-primeira-dama. Desde a morte do ex-governador na última quarta-feira (13), em Santos, no litoral de São Paulo, Renata vem sendo cotada nos bastidores como uma eventual vice na chapa presidencial da ex-senadora Marina Silva.

 

Com a morte do marido, a viúva é vista como uma liderança capaz de aglutinar as forças do partido em Pernambuco. O presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, fez questão de frisar que Renata sempre esteve ligada nas decisões do partido. “Renata sempre participou das decisões do partido. É filiada e tem o papel de aglutinar, reunir”, comentou.

O socialista também demonstrou segurança na campanha do partido no estado. Sileno disse que a “mensagem” de Eduardo Campos continuará na campanha do ex-secretário da Fazenda Paulo Câmara ao governo de Pernambuco. “Existiu uma pré-campanha, uma campanha e agora uma nova campanha. A mensagem continua”. O material de Campos com Paulo deve permanecer em conjunto nas ruas.

Já o irmão de Eduardo, o escritor Antônio Campos, afirmou que "Renata está reticente" quanto a possibilidade de assumir o posto de vice na chapa encabeçada por Marina. Segundo Antônio, Renata aponta a família como um fator que pode contribuir para a não concretização dessa chapa. A rotina de campanha e o consequente distanciamento da família, inclusive do pequeno Miguel, de oito meses, pode ser um fator determinante. 

 

Com informações da repórter Júlia Schiaffarino, do Diario

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