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Tecnologia » Sem campanha na rua, Dilma lança WhatsApp

Publicação: 10/07/2014 18:20 Atualização:

A campanha da presidente Dilma Rousseff lançou uma conta no WhatsApp, aplicativo popular de troca de mensagens, imagens, vídeos por celular, para se comunicar com os cidadãos durante a corrida eleitoral. A ferramenta é mais uma iniciativa da campanha de Dilma para tentar suprir, no início da disputa, a ausência da candidata em atos de rua. Ela é a primeira presidenciável a aderir a esse aplicativo.

O usuário que enviar uma mensagem de celular (61) 9688-6503 poderá interagir com os representantes da campanha. O "ZapZap" da Dilma foi lançado pelo site Muda Mais, vinculado à campanha, segundo a assessoria de imprensa da candidata. Ao se cadastrar, a pessoa pode receber mensagens de outros usuários integrantes da rede, formando um grupo de discussão.

"A equipe Muda Mais desenvolveu uma estratégia de atendimento via WhatsApp, um novo canal de relacionamento que iremos explorar com objetivo de colocar nas suas mãos, literalmente, a resposta para o que você precisa. E quer saber? O retorno dessa atividade tem sido amplamente satisfatório e com ela estreitamos laços com a militância de todo Brasil, além de estar servindo às comunidades digitais com esse novo recurso interativo", diz o texto de apresentação do aplicativo no site.

Segundo a assessoria de imprensa da campanha, o aplicativo entrou em fase de testes no dia 3 de julho e começou a distribuir conteúdo regularmente na última segunda-feira, dia 7. Na terça-feira, 8, o presidente do PT e coordenador-geral da campanha de Dilma, Rui Falcão, já tinha dito em entrevista que há uma estratégia para, no primeiro momento da corrida eleitoral usar as redes sociais para divulgar as ações de Dilma.

Mesmo tendo o maior horário na propaganda eleitoral no rádio e na TV, que só começa a ir ao ar em meados de agosto, Dilma tem usado as redes sociais para abrir um canal de contato direto com as pessoas. A candidata já usa com frequência o Twitter e o Facebook. As redes sociais também têm sido usadas para responder a ataques de adversários políticos.

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