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Agenda presidencial » Para Dilma, arco rodoviário abrirá oportunidades ao Rio

Agência Brasil

Publicação: 01/07/2014 11:18 Atualização: 01/07/2014 14:46

Presidenta Dilma Rousseff posa para fotos com integrantes da bateria da Escola de Samba Grande Rio, durante abertura ao tráfego do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, assinatura de contrato de financiamento para abastecimento de água na Baixada Fluminense e anúncio de novos investimentos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Presidenta Dilma Rousseff posa para fotos com integrantes da bateria da Escola de Samba Grande Rio, durante abertura ao tráfego do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, assinatura de contrato de financiamento para abastecimento de água na Baixada Fluminense e anúncio de novos investimentos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), afirmou, na cerimônia de abertura ao tráfego do arco metropolitano do Rio de Janeiro, em Duque de Caxias (RJ), que o empreendimento "abre oportunidades de desenvolvimento econômico e social" para o Estado. A obra ligará várias rodovias de acesso à capital fluminense e ao porto, bem como retirará o trânsito do município.

"O que caracteriza esse arco rodoviário é a imensa oportunidade, porque liga rodovias e portos, o que é um negócio estratégico; liga grandes obras e grandes projetos e abre acesso a um território desocupado que estava na baixada. Abre um caminho para o futuro", afirmou ela, antes de elogiar o Estado. "O Rio de Janeiro tem mostrado um padrão especial de desenvolvimento nos últimos sete, oito anos".

Dilma citou as obras de estaleiros no Estado que devem contratar 100 mil funcionários até 2017 e voltou a falar do arco rodoviário e das dificuldades para o empreendimento. "Quando a obra começou, há sete anos, era um sonho e de sonho foi passando a realidade. Na luta, no dia a dia, na resolução dos desafios concretos, como os 68 sítios arqueológicos e as desapropriações que paralisaram as obras".

A presidente rebateu as críticas sobre o atraso na obra e afirmou que isso não poderia ocorrer, porque a obra nunca foi feita. "Como está atrasado? Isso nunca foi feito em 40 anos, porque não tinha projeto; o arco precisou de muito esforço nosso", afirmou.

O projeto do arco tem mais de 40 anos, mas só em 2008, após ser incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) começou a ser construído, com investimentos do governo federal e estadual que somam R$ 1,9 bilhão. Seu nome oficial é Rodovia BR-493/RJ-109.

Apesar de o PT ter como candidato ao governo no Rio de Janeiro o senador Lindbergh Farias, Dilma voltou a rasgar elogios ao governador e candidato à reeleição pelo PMDB, Luiz Fernando Pezão, como ocorreu nesta segunda em dois eventos no Estado. "Eu estou com o Pezão há muito tempo", afirmou a presidente.

Ela destacou ainda que a região vai se transformar em uma das mais ricas do Estado. "Essa região vai se transformar em uma das mais ricas do Estado do Rio de Janeiro, podem cobrar isso no futuro", disse Dilma, que emendou: "Foi dado o passo essencial para gerar emprego de qualidade, para melhorar a vida para a população que vive aqui". Ela aproveitou para falar sobre projetos urbanos de mobilidade, habitação, segurança e saneamento no Rio.

A presidente citou o programa Minha Casa Minha Vida e a entrega de unidades habitacionais do programa em local que no passado abrigou um complexo penitenciário. "O governo do Estado (do RJ) desapropriou o presídio, limpou e ofereceu para nós", disse a presidente, mencionando o nome do governador e candidato à reeleição pelo PMDB, Luiz Fernando Pezão, e do ex-governador, Sérgio Cabral. "Colocaram aquele terreno e nós construímos lares para 998 famílias", enalteceu Dilma.

Ela citou ainda programas que são bandeiras de sua gestão, como o Pronatec e o Mais Médicos, além de destacar a importância do abastecimento e tratamento de água nas cidades.

Dilma já seguiu para a capital fluminense, onde participa, ainda pela manhã, da cerimônia de comemoração da produção de 500 mil barris de petróleo por dia na região do Pré-Sal, na sede da Petrobras.

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