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Volta ao trabalho » Pedro Corrêa deve voltar ao trabalho amanhã Ele vai voltar a atuar numa clínica de radiologia particular que fica a vinte minutos do Centro de Ressocialização de Canhotinho, onde está preso há cinco meses

Publicação: 30/06/2014 12:21 Atualização: 30/06/2014 14:35

Foto: Nando Chiappetta/DP/D.A Press/Arquivo
Foto: Nando Chiappetta/DP/D.A Press/Arquivo

O ex-deputado federal Pedro Corrêa deve voltar ao trabalho amanhã (terça-feira). Na semana passada, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu a outros três condenados no esquema do mensalão o direito de voltar a trabalhar. Pedro, que é médico de formação, vai voltar à clínica particular de radiologia que chegou a atuar pouco menos de um mês, antes de o ministro Joaquim Barbosa revogar o benefício, em maio.


O local de trabalho fica a vinte minutos do Centro de Ressocialização de Canhotinho, cidade a 207 quilômetros do Recife, onde o ex-deputado está preso há cinco meses. Embora Pedro já pudesse ter voltado ao trabalho desde a última sexta-feira, ele preferiu aguardar e começar no início do mês. "Ele também está terminando algumas pendências com o setor administrativo do Centro de Ressocialização, onde estava atuando", explicou o advogado e primo do médico, Clóvis Corrêa.


Segundo Clóvis, ele vai trabalhar das 8h às 15h, e vai receber um salário de R$ 3,2 mil. "Um salário baixo se comparado ao que o mercado paga a outros colegas dele", avaliou. Então, porquê o interesse no trabalho? "Para cada três dias trabalhados, um dia é diminuído da pena", justificou o advogado. Pedro Corrêa está preso desde o dia 27 de dezembro do ano passado, condenado a sete anos e dois meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Primeiro ele foi levado para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel). No dia 8 de janeiro, foi transferido para Canhotinho.


No início do ano, Clóvis entrou com um pedido para que Pedro voltasse a trabalhar numa clínica particular de radiologia de Garanhuns, no Agreste do estado. O pedido foi concedido pelo juiz da 1ª Vara de Execuções Penais do Recife, Luiz Gomes da Rocha Neto, em abril. Mas a alegria durou pouco. Em maio, o ministro Joaquim Barbosa voltou atrás e revogou as permissões para todos os envolvidos no esquema do mensalão.

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