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Eleições » Waldemar Borges (PSB) aponta inaptidão de Armando Monteiro para administrar

João Vitor Pascoal - Diario de Pernambuco

Publicação: 30/06/2014 10:26 Atualização: 30/06/2014 17:54

O líder da bancada governista na Assembleia Legislativa do estado, deputado estadual Waldemar Borges (PSB), rebateu as críticas feitas pelo candidato ao governo e senador Armando Monteiro Neto durante convenção do PTB realizada neste domingo (29), em Caruaru. Na ocasião o candidato trabalhista criticou o "apadrinhamento" na política, em referência à indicação do nome de Paulo Câmara (PSB) por Eduardo Campos para tentar a sucessão estadual.

Para Waldemar, as declarações de Armando são uma forma de tirar de pauta a sua inaptidão para administrar. "Tá chegando a hora de Armando Monteiro mostrar a Pernambuco, já que não tem experiência de gestor na esfera pública, uma empresa privada que ele administrou que tenha ficado melhor quando ele saiu do que quando ele entrou. Pernambuco não vai querer entregar seu destino a quem mostra claramente inaptidão para administrar", afirmou.

A declaração do deputado faz parte da estratégia socialista de ligar Armando Monteiro a uma imagem de mau administrador. As referências ao suposto fracasso do senador na administração de empresas já foi reiterada, em diferentes ocasiões, pelo presidente socialista Sileno Guedes, e pelo adversário de Armando no pleito estadual, Paulo Câmara.

O desempenho de Armando no Senado também foi alvo de cíticas de Waldemar. Para o deputado governista, o senador do PTB sempre votou "a favor dos patrões". Waldemar também afirmou que o PSB apoiou a candidatura de Armando ao senado por imaginar uma postura diferente por parte do petebista. "A gente imaginava que ele fosse a Brasília lutar pelo inteior de Pernambuco e reagir a esse esmagamento que o governo Dilma tem feito, mas ele se aliou a quem esmaga os municípios". 

Ainda de acordo com Waldemar, o apoio socialista só ocorreu por não se tratar de um cargo Executivo. "Ninguém nunca cogitou votar nele para um cargo no Executivo. Isso é um sonho que ele acalenta há mais de 10 anos que nunca conseguiu colocar pra frente por não revelar nenhuma habilidade como gestor".

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