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Bancada insatisfeita » Apesar de apoio declarado a Aécio, PTB não subiu no palanque tucano

Larissa Rodrigues - Diario de Pernambuco

Publicação: 25/06/2014 21:09 Atualização: 25/06/2014 21:36

"Não aceitamos a forma como foi anunciada a decisão unilateral do presidente nacional do PTB", afirmou Jorge Côrte Real, na foto com Armando Monteiro. Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
Apesar de o PTB ter anunciado que vai apoiar o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, a legenda não subiu no palanque do tucano. Pelo contrário. A decisão da direção nacional pode empurrar com mais força boa parte dos integrantes do partido para o palanque do PT, da presidente Dilma Rousseff.

Em reunião, nesta quarta-feira (25), com a Executiva Nacional do PTB, a bancada dos deputados federais, insatisfeita com o apoio a Aécio, defendeu a manutenção da coligação com o PT para a reeleição de Dilma Rousseff (PT), a eleição, em Pernambuco, do pré-candidato ao governo Armando Monteiro (PTB) e do pré-candidato ao Senado João Paulo (PT). O encontro, em Brasília, contou com a participação de 17 dos 21 deputados federais do PTB no país.

O líder do partido na Câmara, deputado Jovair Arantes, ressaltou que há uma forte tendência dos deputados federais do PTB de apoiarem a presidente Dilma, com algumas ressalvas, como no caso de Minas Gerais. A bancada anunciou que vai aguardar as convenções estaduais para definir com qual candidato à Presidência irá marchar.

Em Pernambuco, independente de qualquer decisão, os petebistas José Chaves e Jorge Côrte Real já declararam que estão do lado de Dilma. “Não aceitamos a forma como foi anunciada a decisão unilateral do presidente nacional do PTB. Por isso, decidimos repudiar tal determinação. Defendemos com veemência a manutenção ao apoio à Dilma Rousseff”, afirmou Côrte Real.

Já o deputado José Chaves elencou os estados contrários à direção nacional. “Os deputados petebistas do Rio Grande do Sul, Ceará, Maranhão, Piauí, além de parte do estado de São Paulo e Rio de Janeiro não vão acompanhar a decisão autoritária da Executiva”, reforçou.

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