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Eleição estadual » Conselho da Frente Popular adia reunião

Jairo Lima - Especial para o Diario de Pernambuco

Publicação: 19/06/2014 17:47 Atualização:

O Conselho Político da Frente Popular de Pernambuco, presidido pelo candidato a vice-governador Raul Henry (PMDB), teve sua primeira reunião, que estava marcada para esta noite, cancelada. A nova data será a próxima quinta-feira (26) para que todos os 20 partidos participem ativamente do processo político. O corpo consultivo preferiu não arriscar para não concorrer com o jogo da Arena Pernambuco de amanhã entre Itália x Costa Rica, e a aproximação com as datas dos festejos juninos.

Na manhã desta quinta-feira (19), a Federação das Misericórdias e Entidades Filantrópicas de Pernambuco (Fehospe), em parceria com o Sindicato dos Hospitais de Pernambuco (Sindhospe), promoveu um almoço para ouvir as propostas para a Saúde do pré-candidato ao governo do estado pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB).

As entidades também apresentaram suas demandas para o setor em um documento, que será analisado pela equipe do programa de governo. A principal reivindicação é de mais ajuda financeira às unidades, que sofrem com o congelamento da tabela do SUS há dez anos e sobrevivem graças às parcerias realizadas com o estado, oferecendo serviços em troca de recursos complementares. Paulo Câmara ressaltou a participação cada vez menor do governo federal na Saúde. "Nas andanças que estamos fazendo para ouvir a população, é fácil identificar que a Saúde é uma das áreas onde o estado mais avançou nos últimos anos. Fizemos ações estruturais com os três hospitais metropolitanos, trouxemos as UPAs e ampliamos a capacidade de atendimento da rede dobrando o número de leitos. Também ampliamos a parceria com os municípios, com o cofinanciamento", pontuou.

O socialista ainda lembrou que, em 1988, a União entrava com 85% dos recursos públicos destinados ao setor. Hoje, investe apenas 44,6%. Foram aprovadas regras de percentuais mínimos de aplicação para estados (12%) e municípios (15%), mas não há obrigação para o Executivo Federal. Coube ao Estado, avaliou, assumir o trabalho de melhorar o setor.

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