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Discurso de oposição » Em convenções regionais do PSB, Eduardo Campos sobe o tom contra o PT O ex-governador mira no governo e afirma que "não fica mais em projeto comandado por um bocado de raposa que já roubou o que tinha de roubar"

Correio Braziliense

Publicação: 16/06/2014 08:33 Atualização: 16/06/2014 15:27

Convenção do PSB no Recife: num dos discursos mais duros contra o PT, Campos lançou o candidato Paulo Câmara ao governo pernambucano. Foto: Allan Torres/Esp. DP/D.A press
 (Allan Torres/Esp. DP/D.A press)
Convenção do PSB no Recife: num dos discursos mais duros contra o PT, Campos lançou o candidato Paulo Câmara ao governo pernambucano. Foto: Allan Torres/Esp. DP/D.A press

Na tentativa de fortalecer sua candidatura à Presidência da República em palanques pelo estado, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos aproveitou convenções regionais ontem para reforçar seu discurso de oposição e atacar a presidente Dilma Rousseff. No Recife, onde oficializou a candidatura de Paulo Câmara (PSB) ao governo de Pernambuco, ele disse que a gestão petista “já roubou o que tinha que roubar”. Mais cedo, em Brasília, Campos também alfinetou a adversária ao lançar a candidatura de Rodrigo Rollemberg.

O lançamento de Câmara foi acompanhado pela ex-senadora Marina Silva, que sairá como vice na chapa de Campos. O ex-governador será presença forte no palanque do candidato para garantir a vitória em Pernambuco, onde tem a alta popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como grande adversária. Campos aposta que a capacidade de transferência de votos de Lula para Dilma tenha diminuído em quatro anos. Já os petistas entram na eleição no estado apoiando a candidatura do senador Armando Monteiro (PTB).

 

Último a discursar, Campos disse que é hora de o PT deixar o Palácio do Planalto. “É com esse respeito que eu afirmei que não fico mais em um projeto comandado por um bocado de raposa que já roubou o que tinha que roubar, que já tomou o que tinha que tomar, que não vai dar ao Brasil nada de novo”, acusou, acrescentando que não cairá em provocações dos adversários. Câmara, que tem o apoio de 21 partidos, prometeu continuidade nas ações do atual governo.

Em Brasília, Campos (PSB) e Marina criticaram o modelo de alianças políticas e de repartição de cargos em troca de apoio político na máquina pública durante convenção do PSB que escolheu o senador Rodrigo Rollemberg candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF). Campos ressaltou a economia, saúde e segurança pública entre os pontos fracos da gestão de Dilma. E também citou a frase sobre as raposas. “Temos que mudar essa velha política de coalizão, onde as velhas raposas já roubaram tudo o que tinha para ser roubado do sonho brasileiro”, afirmou. Em discurso, Marina defendeu a ética e criticou as alianças políticas feitas sem critério.

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