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Evento socialista » Eduardo participa de convenção do PSB e dá fôlego à campanha de Paulo Câmara Socialista animou a militância, garantiu que vai estar junto com o candidato e disparou críticas à presidente Dilma

Rosália Rangel

Júlia Schiaffarino

Publicação: 16/06/2014 08:04 Atualização: 16/06/2014 15:26

Foto: Allan Torres/Esp. DP/D.A Press
Foto: Allan Torres/Esp. DP/D.A Press

A candidatura do ex-secretário Paulo Câmara (PSB) ao governo do estado foi confirmada ontem na convenção do partido. Um evento que contou com a presença do pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Campos (PSB), e da ex-senadora Marina Silva (PSB/Rede), pré-candidata a vice. A participação deles deu ao evento o peso esperado pelos aliados e necessário para animar a militância. Nos discursos, dosaram críticas à gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), falando em mudanças e avanços, e fortaleceram o nome de Câmara destacando a continuidade.

O efeito causado na militância socialista com a volta de Campos após 70 dias afastado do estado, mostrou que ele será decisivo para a eleição do afilhado político. O próprio ex-governador fez questão de desfazer as especulações de que Câmara não contaria com sua presença na campanha. “Para quem diz que Eduardo não virá para cá e será mais fácil, vou avisar: eu deixo Marina onde estiver fazendo campanha e venho para cá. Estarei nessa campanha o tempo que for preciso”, assegurou.

Empolgado com o novo fôlego da campanha, Paulo Câmara adotou o discurso da confiança. “Digo uma coisa com muita humildade: vou ganhar o governo de Pernambuco. Este time unido é o time que ajudou Eduardo a mudar a face de Pernambuco, ouvindo, planejando e fazendo as coisas acontecerem. Sabe fazer gol e juntos vamos fazer muito mais”, pontuou o candidato.

 

As alfinetadas aos adversários, em especial ao PT, também ganharam espaço na convenção socialista. Quando lembrou os motivos que o levaram a abandonar a aliança com os petistas, Campos foi ainda mais enfático. “Não ficaria mais em um projeto comandado por uma bocado de raposas que já roubou o que tinha de roubar”, afirmou. O socialista também partiu para o ataque ao destacar que desde a redemocratização todos os presidentes deixaram algo de positivo para o país menos a presidente Dilma. ”Passados quase quatro anos, essa será a primeira vez que o país vai ser entregue pior do que foi recebido”, falou Campos referindo-se à gestão da presidente Dilma.

Marina Silva, por sua vez, procurou desfazer comentários de que “os que vão chegar representam uma ameaça” para os projetos sociais, a exemplo do Bolsa Família. “Isso não é verdade. O neto de Arraes (ex-governador Miguel Arraes) não pode ser contra o povo pobre do Nordeste”, disse.

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