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Candidatura » Candidatos a presidente travam luta eleitoral para conquistar São Paulo No domingo (15/6), Lula acusou oposição de pregar o ódio contra o PT e disse que o partido é vítima de preconceito

Denise Rothenburg

Publicação: 16/06/2014 07:15 Atualização: 16/06/2014 07:34

Padilha e Lula na convenção do PT em São Paulo: na falta de Dilma, ex-presidente deu o tom do discurso. Foto: Paulo Pinto/Analitica (Paulo Pinto/Analitica)
Padilha e Lula na convenção do PT em São Paulo: na falta de Dilma, ex-presidente deu o tom do discurso. Foto: Paulo Pinto/Analitica

O estado com 36 milhões de votos para a campanha presidencial, e onde nenhum dos três principais candidatos tem o berço político, marcou no fim de semana o início do esforço dos partidos em busca desses votos. À exceção do PSB, que centrou suas atividades em Brasília e Recife, tucanos, petistas e peemedebistas jogaram as estruturas em campo para conquistar o eleitor paulista. Ali, onde o PT passa por suas maiores dificuldades, Dilma Rousseff pretende contar com os dois adversários do governador Geraldo Alckmin (PSDB): Paulo Skaf, do PMDB, e Alexandre Padilha, do PT, que oficializaram as candidaturas ao governo estadual nesses dois dias.

No caso do petista Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde de Dilma, quem deu o tom da convenção foi o ex-presidente Lula, que aproveitou o discurso ontem para falar de suspeitas de corrupção no governo federal, que acabaram deixando o PT na defensiva. “Sei que tem gente no PT incomodada com esta coisa de corrupção. Quem tiver agoniado é bom entrar na internet e pesquisar todos os governos. Duvido que todos eles juntos criaram metade dos mecanismos que eu criei para combater a corrupção. Cada petista tem que ter orgulho de enfrentar esse debate. A diferença é que nós tiramos o tapete da sala.”

Os petistas não contarão apenas com Lula para tentar angariar votos em São Paulo. Eles esperam ainda a ajuda de autoridades do governo federal. Ontem, três ministras participaram da festa que oficializou a candidatura de Padilha ao governo estadual: as ministras do Planejamento, Miriam Belchior; da Secretaria das Mulheres, Eleonora Menicucci; e a da Cultura, Marta Suplicy. Antes da chegada de Marta, Miriam deixou alguns petistas preocupados com possíveis ações por uso da máquina. Em seu nome e da ministra da Secretaria de Direitos das Mulheres, Miriam colocou também seu papel no governo como objeto da campanha: “Como militantes e como ministras, estamos à disposição no que for necessário nos nossos fins de semana para ajudar”, disse a ministra do Planejamento. “Temos a oportunidade agora, com Padilha, de enxotar a tucanada do estado de São Paulo”, afirmou.

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