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Eleição » Tucanos em convenção nacional oficializam candidatura do senador mineiro PSDB se reúne, neste sábado (14/6), em São Paulo, para lançar candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República

Denise Rothenburg

Amanda Almeida

Publicação: 14/06/2014 13:01 Atualização: 14/06/2014 13:33

Aécio Neves chegou à convenção do PSDB acompanhado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso - Foto: Reprodução/PSDB (Foto: Reprodução/PSDB)
Aécio Neves chegou à convenção do PSDB acompanhado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso - Foto: Reprodução/PSDB
O PSDB oficializou neste sábado a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. O senador chegou ao evento de mãos dadas com o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e foi ovacionado pelos companheiros de partido, provenientes de várias cidades do país.

Na entrada do evento, Aécio defendeu o nome do ex-governador de São Paulo José Serra para o Senado. A cadidatura de Serra ao Parlamento foi tema de jantar, na noite dessa sexta-feira, entre tucanos na casa do vereador da capital paulista Andrea Matarazzo (PSDB). "Nome extraordinário para qualquer cargo público. Seria muito bom para São Paulo", disse Aécio.

Antes de Aécio, tucanos e aliados discursam. Presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, fez duras críticas ao PT. Disse que as vaias recebidas pela presidente Dilma Rousseff na abertura da Copa do Mundo, na quinta-feira (12/6), no Itaquerão, são reflexo de que "está tudo ruim". "É por isso que, quando aparece nos telões, nem recebe mais vaia, mas esculhambação".

Aécio disse que o PT parece "um pouco desanimado" para a corrida presidencial. "Nenhum dos partidos que apoiam a presidente está unido em sua base. Talvez apenas o PT. Talvez um pouco desanimado, mas eu reconheço que está unido", afirmou.

Apoio de Serra

O ex-governador José Serra subiu o tom contra o PT e defendeu a candidatura do mineiro. Os dois tucanos chegaram a disputar internamente, no final do ano passado, a indicação para a próxima eleição presidencial de outubro. O ex-governador de São Paulo foi o candidato tucano na última eleição e acabou derrotado pela presidente Dilma Rousseff (PT). Neste sábado, Serra fez um discurso de "união" que saudou o mineiro como o próximo presidente da República. "O espírito de mudança converge para a campanha de Aécio", afirmou Serra. "O PSDB e seus aliados chegam unidos para essa disputa", ressaltou. "Todos juntos, com Aécio à frente, vamos mudar o Brasil".

O ex-governador de São Paulo também dedicou parte do discurso para fazer ataques ao atual governo e entoar o mote de "mudança", criado pela equipe de marketing do PSDB para essa campanha presidencial. "Na era petista, Brasil vive milagre perverso, economia estagnada, inflação aumentando. A educação e a saúde avançam para trás na gestão petista. O que os brasileiros querem é se ver livres do governo do PT. Petistas já não sabem com qual propósito governam e não têm mais futuro a oferecer", afirmou o tucano.

Para Serra, as manifestações das ruas também são sinais de setores da sociedade que estão contrários à atual gestão. "As ruas deixam cada vez mais claro que o Brasil quer uma mudança de rumo. Vem para as nossas mãos (do PSDB) a responsabilidade de governar o Brasil. Quem conhece o PSDB sabe que não fazemos baixaria", disse. "O PSDB nasceu para servir e não para se servir do Brasil".

O tucano também classificou com herança perversa o que a gestão do PT deverá deixar para o próximo mandatário e disse que o povo brasileiro quer mais competência, honestidade e está cansado "dos que entregam frustração". 

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