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Congresso Nacional » Cultos de matriz africana denunciam agressões na Esplanada dos Ministérios O grupo, que reuniu praticantes da umbanda e do candomblé de cerca de 10 estados, se reuniu em frente ao Congresso

André Shalders - Correio Web

Publicação: 11/06/2014 09:14 Atualização:

Ocupação Copa do Povo: milhares de barracos abrigam estrangeiros sem lar e despejados indiretamente de Itaquera. Foto: Felipe Seffrin/CB/D.A Press (Felipe Seffrin/CB/D.A Press)
Ocupação Copa do Povo: milhares de barracos abrigam estrangeiros sem lar e despejados indiretamente de Itaquera. Foto: Felipe Seffrin/CB/D.A Press

Cerca de 200 praticantes de religiões de matriz africana estiveram ontem na Esplanada dos Ministérios para denunciar agressões a espaços de culto e a suposta prática de incitação ao ódio contra terreiros, pais e mães de santo, por parte de canais de tevê e estações de rádio religiosas. O grupo, que reuniu praticantes da umbanda e do candomblé de cerca de 10 estados, se reuniu em frente ao Congresso Nacional. De lá, representantes do movimento se dirigiram aos ministérios da Justiça, das Comunicações e à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR), para apresentar um documento com reivindicações. De acordo com o texto, a maioria das agressões motivadas por intolerância religiosa contra terreiros e praticantes acaba registrada por policiais como conflitos familiares ou briga entre vizinhos, mascarando o problema.

“Vamos pedir ao Ministério da Justiça que crie um Grupo de Trabalho para tratar dessa questão nas Secretarias de Segurança dos estados. Hoje, muitas das agressões aos terreiros são registradas simplesmente como briga entre vizinhos e isso impede que se tenha uma noção real do problema”, disse Marcos Rezende, coordenador-geral do Coletivo de Entidades Negras (CEN).

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