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Eleições » Dilma comparou a realização da Copa a uma "partida suada", com direito à prorrogação e pênaltis Presidente lembrou das dificuldades de realizar o torneio mundial. Em outro momento, ela já havia lembrado que, mesmo presa, torceu pela Seleção.

Agência O Globo

Publicação: 11/06/2014 09:15 Atualização: 11/06/2014 11:04

Dilma Rousseff comparou a preparação para a Copa a "uma partida suada" e muitas vezes sofrida, com direito a prorrogação e disputa nos pênaltis". E destacou que as obras não foram feitas para a competição, mas para os brasileiros.

"Tenho repetido que os aeroportos, os metrôs, os BRTs e os estádios não voltarão na mala dos turistas. Ficarão aqui, beneficiando a todos nós. Uma Copa dura apenas um mês, os benefícios ficam para toda vida.

Dilma também criticou aqueles que dizem que os recursos usados em obras para a Copa deveriam ser aplicados na saúde e educação.

"Escuto e respeito essas opiniões, mas não concordo com elas. Trata-se de um falso dilema"afirmou a presidente. "e uma coisa, não tenham dúvida: as contas da Copa estão sendo analisadas, minuciosamente, pelos órgãos de fiscalização. Se ficar provada qualquer irregularidade, os responsáveis serão punidos com o máximo rigor.

Ela pediu que os brasileiros recebam bem os estrangeiros:

"Em todos os países, sempre fomos muito bem recebidos. Vamos retribuir, agora, a generosidade com que sempre fomos tratados, recebendo calorosamente quem nos visita. Tenho certeza de que, nas 12 cidades-sede, os visitantes irão conviver com um povo alegre, generoso e hospitaleiro, e vão se impressionar com um país cheio de belezas naturais e que luta, dia a dia, para se tornar menos desigual" disse.

Em nota, a direção nacional do PSDB acusou a presidente de usar seu pronunciamento para fazer campanha eleitoral. O PSDB diz que a presidente buscou associar a Seleção ao governo, numa ofensiva de propaganda do regime militar": "A tentativa de associar a Seleção Brasileira a um governo lembrou a ofensiva de propaganda do regime militar. O pronunciamento da presidente foi um esforço para transformar em motivo de orgulho nacional obras inacabadas, gastos superfaturados e a absoluta falta de capacidade de gestão desse governo. Mais uma vez, a presidente deixa claro que não entendeu a mensagem das ruas".
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