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Polêmica » Aécio Neves nega uso de cocaína e culpa "submundo da web"

Publicação: 03/06/2014 09:18 Atualização: 03/06/2014 09:47

Foto: Reprodução/TV Cultura
Foto: Reprodução/TV Cultura

O presidente nacional do PSDB e pré-candidato do partido à Presidência da República, o senador Aécio Neves, negou, durante entrevista ao programa Roda Viva, na TV Cultura, na noite desta segunda-feira (2) que nunca foi usuário de cocaína. O tucano culpou o “submundo da web” pela “infâmia”, ou seja, pela circulação da informação equivocada. Recentemente, Aécio, também em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, admitiu que já experimentou maconha na adolescência, mas recomendou a experiência para ninguém.

“A internet é a maior revolução do nosso tempo. Mas ela não impede a atuação de quadrilhas virtuais, de terrorismo. Há nesses casos o cometimento de crimes. Robôs eletrônicos são usados para propagar mentiras. São os absurdos de sempre”, afirmou. Aécio disse que confia na Justiça Eleitoral para que este tipo de acusação não surja na campanha.

“Jamais (fui usuário de cocaína). Tenho uma vida da qual me orgulho muito. Tenho uma família extraordinária. Os que me conhecem vêm me reelegendo há 30 anos. Não conseguem dizer que sou desonesto, que sou incompetente. Têm de dizer alguma coisa". Aécio Neves já se posicionou contra descriminalização da maconha. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do seu partido, no entanto, é a favor.

 

Economia e reforma política

No programa, o senador também afirmou que não haverá numa “paulada” nos preços administrados pelo estado no combate à inflação. “Ninguém vai fazer isso (reajustar os preços) de uma paulada. Precisamos de regras absolutamente claras. Será preciso iniciar um processo de redução da banda de inflação". Aécio prometeu, ainda uma reforma política que reduziria o atual quadro de 22 partidos para sete. Defendeu o fim da reeleição e o voto distrital.

O pré-candidato também falou de política. Ao citar o ex-governador de Pernambuco e pré-candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, disse que respeitava o socialista que não mudará sua estratégia de campanha por conta de pesquisas de opinião. “Vamos apresentar ao Brasil um projeto alternativo. Eduardo tem suas ideias e suas propostas. Não somos iguais. Vou continuar com meu objetivo. Eu nunca participei de um governo do PT”.

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