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Assembleia » Para deputado Adalto Santos, luta de minorias vai de encontro aos valores das maiorias

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Publicação: 20/05/2014 11:14 Atualização:

Conhecido por suas posições em defesa da família, o deputado estadual e presbítero pernambucano Adalto Santos fez um discurso nesta segunda-feira (19) sobre uma "carta aberta" que está sendo distribuída em todas as casas legislativas do Brasil. O documento, de autoria da deputada federal Erika Kokay (PT/DF) prevê que os candidatos às eleições deste ano se comprometam a defender muito mais as causas das minorias. Para Adalto Santos, os movimentos que lutam pelos direitos de minorias estão esquecendo "valores" das maiorias, o que, para o deputado é desrespeitoso. Para Adalto, esses grupos deveriam lutar em defesa de todos, e não somente alguns.

"A justificativa do requerimento apoia as populações mais vulneráveis como os povos indígenas, quilombolas e o movimento LGBT. Diz também que esses segmentos são vítimas de `imenso retrocesso de direitos`. No entanto, concordar com todas as questões defendidas pelos movimentos sociais pode ser o início de um grande retrocesso da sociedade brasileira", ressalta Adalto.

Se referindo à comunidade LGBT, ele afirmou que o país está sob uma "ditadura gay", que afronta à sociedade e vai de encontro à constituição. "A Constituição Federal determina a igualdade de direitos. Contudo, existem algumas questões que não podem ser vistas como normais. Em que pondo nós chegamos? Candidatos a cargos públicos são aliciados a apoiar direitos que não preservam o bem-estar comum. Não dá para fingir que alguns posicionamentos do movimento LGBT desrespeitam a família, por exemplo", disparou.

Ainda em seu discurso, Adalto se posicionou contra alguns posicionamentos, que segundo ele, devem ser combatidos por desrespeitarem os "bons costumes". "Adolescentes são estimulados a manter experiências homossexuais, pois, atualmente, há a tentativa de criar a imagem de que é uma atitude normal e que todo mundo deve experimentar. Precisamos distinguir tudo o que é defendido sob o argumento de direitos humanos. Nem tudo é o que parece.Respeitar os direitos e cumprir os deveres deve ser compromisso de qualquer cidadão. Mas questões que desrespeitam os bons costumes precisam ser combatidos. Se não coibirmos esses comportamentos, correremos o risco de viver numa sociedade permissiva, onde qualquer interesse particular será motivo para impor posturas a todos os cidadãos".

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