• (0) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Definição em São Paulo » "O PPS apoia, mas não segue Marina Silva", dispara Roberto Freire Pós-socialista afirmou que não segue cartilha da nova aliada. Freire culpou Marina pelo fato de o PSB não poder indicar a vice de Alckmin

Tércio Amaral

Publicação: 19/05/2014 11:08 Atualização: 19/05/2014 11:35

Foto: Carlos Moura/CB/D.A Press
Foto: Carlos Moura/CB/D.A Press

O presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire, declarou que só um fato poderia mudar a posição do partido no estado de São Paulo: o palanque de Paulo Skaf (PMDB) incorporar o discurso anti-petista e não apoiar à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). “Se o Skaf não apoiasse Dilma e decidisse apoiar Eduardo Campos não teria qualquer impedimento. Como isso não será possível, não existe esta possibilidade”, declarou na manhã desta segunda-feira (19), por telefone, ao Diario. O PPS garantiu que estará presente no palanque de reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

“O PPS já disse que o melhor caminho é com Geraldo Alckmin”, completou Roberto, afirmando que já teve uma conversa sobre um eventual apoio do seu partido ao projeto político Paulo Skaf. Segundo ele, a diálogo foi o “mesmo” que reproduziu à reportagem. O pós-socialista disse que não iria apoiar um candidato que não lhe apoiasse. Ele citou a questão do palanque presidencial no maior colégio eleitoral do país. Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf dará sustentação ao palanque da presidencial do PT no estado. O PPS faz oposição ao governo federal e apoia a candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência da República.

 

Perguntando, no entanto, se o nome de Skaf seria uma solução diplomática para atender aos interesses da Rede Sustentabilidade, partido liderado pela ex-senadora Marina Silva, vice de Eduardo Campos, Freire foi mais enfático: “O PPS tem opinião própria. O PPS apoia, mas não segue Marina Silva. Apoia porque ela é vice, está com Eduardo Campos, que apoiamos. Mas não segue Marina”. O palanque do PSB ainda permanece indefinido em São Paulo porque alguns setores da Rede defendem que Geraldo Alckmin não representa a “nova política”. Antes da entrada de Marina no PSB, o partido era cotado para assumir a vice de Alckmin, com a indicação do deputado Márcio França (PSB).

 

Tags:

Esta matéria tem: (0) comentários

Não existem comentários ainda

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »

Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.