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Rechaçando semelhanças » Eduardo, de novo, trata Aécio como adversário Socialista pernambucano admite que Marina Silva tem razão ao afirmar que o PSDB tem "cheiro de derrota"

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Publicação: 09/05/2014 08:16 Atualização: 09/05/2014 11:58

Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A Press/Arquivo
Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A Press/Arquivo

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a indicar que tratará o também presidenciável Aécio Neves (PSDB) como adversário na campanha, apesar da amizade de 30 anos dos dois. Durante visita a Uberaba (MG), onde falou ontem a pecuaristas da região, o ex-governador de Pernambuco corroborou as declarações de sua vice, Marina Silva, dadas ao jornal Folha de S. Paulo, de que o PSDB teria “cheiro de derrota” no segundo turno, e elevou o tom procurando se distanciar do tucano.

“Na verdade, isso é um fato. Nas últimas três eleições, a polarização se estabeleceu com êxito para um lado. Isso aí não é uma interpretação, é o relato de um fato. Nós entendemos que é preciso superar essa polarização, unir o Brasil, aproveitar as coisas boas que foram produzidas nos últimos anos, sem essa posição a que muitas vezes a gente assiste constrangido, um negando as coisas boas que o outro fez”, disse.

Questionado por jornalistas mineiros sobre em que pontos sua candidatura diferia da de Aécio, Eduardo procurou fugir de comparações. “Nosso objetivo não é parecer ser diferente de A ou de B. Nosso objetivo é mostrar que há um caminho diferente a ser trilhado no Brasil, que há uma opção que deseja melhorar a qualidade da gestão pública”, explicou.

Ontem à tarde, Aécio Neves respondeu às críticas de Marina Silva, mas não tocou no nome de Eduardo Campos. Segundo ele, faltou humildade à ex-senadora.
São Paulo

Eduardo terá que equacionar um problema hoje com o qual não contava. O presidenciável defende candidatura própria ao governo de São Paulo, atendendo um desejo da Rede. Mas ontem, um documento contendo assinaturas que teriam sido recolhidas pelo deputado federal e presidente estadual da sigla, Márcio França, reivindicava o apoio socialista à reeleição do tucano Geraldo Alckmin. A intenção de França era a de manter o documento em sigilo e fazê-lo chegar a Eduardo. Mas o “abaixo-assinado” vazou ontem.

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