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Controvérsias » Caseiro negou confissão de ter matado coronel, diz Comissão da Verdade Em conversa com a Comissão da Verdade do Rio e com senadores, o suspeito de ser cúmplice no assassinato do coronel torturador diz não ter confessado nada à polícia

Correio Braziliense

Publicação: 07/05/2014 08:36 Atualização:

Comitiva de senadores estranharam nenhum defensor público ter acompanhado os depoimentos do caseiro Foto:Tomaz Silva/Agência Brasil (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Comitiva de senadores estranharam nenhum defensor público ter acompanhado os depoimentos do caseiro Foto:Tomaz Silva/Agência Brasil

O presidente da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro, Wadih Damous, e três senadores da Comissão de Direitos Humanos (CDH) afirmaram nessa terça-feira (6) que o caseiro do coronel reformado Paulo Malhães negou ter confessado à polícia a participação no assassinato do patrão. Único suspeito preso pela morte do militar em abril, Rogério Pires foi interrogado pelos parlamentares Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Ana Rita (PT-ES) e João Capiberibe (PSB-AP) na Delegacia Anti-Sequestro (DAS), no Leblon, no Rio de Janeiro.

A visita da comissão gerou novas controvérsias sobre o caso. “Ele não confessou participação no crime. Ele é analfabeto, não sabe ler nem escrever. E me causa muita estranheza que nenhum defensor público tenha acompanhado até agora os depoimentos e as investigações sobre o caso”, afirmou a senadora Ana Rita, presidente da CDH. De acordo com o grupo de parlamentares, um pedido oficial para o Defensor Geral do Rio de Janeiro será feito para que um advogado de defesa preste auxílio ao indiciado. Além disso, os senadores pedirão uma cópia do inquérito para ter acesso aos depoimentos do caseiro.

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